- Faltam 40 dias para a Copa do Mundo de 2026, e veteranos buscam participações históricas mantendo a forma em vez de se aposentar.
- Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, atual artilheiro histórico das seleções, chega à sexta Copa buscando o título que falta no currículo.
- Luka Modrić, 40, no Milan, segue como motor da Croácia, buscando o primeiro título inédito da equipe.
- Guillermo Ochoa, 40, México, conhecido por ser “carrasco” do Brasil, defenderá a baliza em casa, com possibilidade de cumprir 41º aniversário no mata-mata.
- Edin Džeko, 40, da Bósnia, maior goleador da sua seleção (73 gols), chega como referência técnica para surpreender no torneio.
Faltando 40 dias para a abertura da Copa do Mundo de 2026, atletas veteranos apostam na longevidade para manter o desempenho em alto nível. O grupo de craques acima dos 40 busca participação histórica na fase final da competição disputada na América do Norte.
Cristiano Ronaldo, aos 41, figura entre os protagonistas. O português trabalha pelo sexto Mundial, atuando pelo Al-Nassr e mirando o título que ainda não conquistou pela seleção. Ronaldo é o maior artilheiro de Portugal, com 143 gols.
Protagonistas da longevidade em 2026
Luka Modrić, que completa 40 anos em 2026, continua a conduzir a Croácia. O meia do Milan busca transformar prata de 2018 e bronze de 2022 em uma conquista inédita do país.
Guillermo Ochoa, aos 40, volta a defender o México em casa, no Mundial realizado na região. Caso o México avance, ele pode comemorar seu 41º aniversário em fases decisivas.
Edin Džeko chega aos 40 anos como referência da Bósnia. O atacante do Schalke 04 soma 73 gols pela seleção e tenta surpreender o cenário mundial com experiência e faro de gols.
Recordes de longevidade em Mundiais
Entre goleiros, Essam El-Hadary detém o recorde; atuou aos 45 anos e 161 dias em 2018. Antes dele, Faryd Mondragón ficou em campo aos 43, em 2014.
Entre atletas de linha, Roger Milla é o símbolo da idade avançada no torneio, ao balançar as redes aos 42 anos em 1994. Pat Jennings e Peter Shilton também chegaram aos 41 e 40, respectivamente, em edições anteriores.
Dino Zoff é lembrado como exemplo máximo de longevidade: capitão da Itália aos 40 anos, em 1982, quando levantou a taça. O Mundial de 2026, na América do Norte, reúne esse grupo de veteranos em busca de histórias históricas.
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