- Grupo de 26 conselheiros protocolou pedido de impeachment contra o presidente do Ceará, João Paulo Silva, após balanço de 2025 com déficit superior a R$ 85 milhões.
- O documento foi encaminhado ao presidente do Conselho Deliberativo, Márcio Forti, para analisar os próximos passos.
- A iniciativa surgiu após a divulgação do balanço financeiro e de questionamentos sobre irregularidades na gestão administrativa e decisões financeiras da diretoria.
- O protocolo não provoca afastamento imediato; o caso depende da avaliação do Conselho Deliberativo e pode abrir comissão independente para investigação e eventual Assembleia Geral.
- O presidente afirmou que não houve irregularidades, negou as acusações e disse ter atuado para manter o clube financeiramente ativo.
O grupo de 26 conselheiros do Ceará protocolou nesta terça-feira, 5 de maio, um pedido de impeachment contra o presidente João Paulo Silva. O objetivo é investigar supostas irregularidades na gestão administrativa do clube, conforme divulgação inicial.
O protocolo foi encaminhado ao presidente do Conselho Deliberativo, Márcio Forti, que ficará responsável por avaliar os próximos passos. A movimentação acontece após o clube divulgar o balanço de 2025 com déficit expressivo.
O relatório financeiro apontou deficit de mais de R$ 85 milhões, motivo central para a iniciativa. Além disso, conselheiros questionam decisões financeiras, como empréstimos e despesas acima do orçamento, sem aprovação do Conselho.
Situação atual
O envio do pedido não implica afastamento imediato. O próximo passo é a análise pelo Conselho Deliberativo, com possibilidade de convocação de reunião para discutir o tema. Se avançar, poderá haver criação de comissão independente para investigar as denúncias.
Essa comissão ouviria as partes envolvidas e, ao final, submeteria a decisão a uma Assembleia Geral. O processo ainda está em estágio inicial e depende de deliberação do órgão competente.
Pronunciamento do presidente
João Paulo Silva reagiu às acusações, dizendo ter encontrado tranquilidade diante da denúncia e negando irregularidades. Segundo ele, tem atuado para manter o clube financeiramente ativo e já fez aportes pessoais para sustentar a gestão.
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