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O que torna o PSG tão bom: atacantes gostam de defender

PSG aposta na defesa-pressão dos atacantes; Dembélé, Doué e Kvaratskhelia lideram o movimento que equilibra ataque e defesa na Champions

Ousmane Dembélé says he will be dropped if he does not press – and he is happy with that.
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  • PSG passou a defender com a linha de ataque, com Ousmane Dembélé, Désiré Doué, Khvicha Kvaratskhelia e Bradley Barcola liderando a pressão sob a orientação de Luis Enrique.
  • A ideia é que os atacantes contribuam defensivamente, abrindo espaço para o conjunto e marcando presença no pressing, sem abrir mão do ataque.
  • Doué aparece entre os melhores em pressões por 90 minutos na liga europeia, e Kvaratskhelia figura entre os da lista, comprovando o compromisso coletivo.
  • O time ocupa a segunda posição em recuperações de bola nesta edição da Champions League, atrás do Atlético de Madrid; na temporada anterior, liderava esse ranking.
  • A proposta agressiva de alto press e jogo rápido não tira o brilho do PSG, que busca equilíbrio entre serviço coletivo e ofensiva contundente, apontando para um caminho de sucesso na competição.

O Paris Saint‑Germain mudou o estilo de jogo. O ataque de Ousmane Dembélé, Khvicha Kvaratskhelia, Désiré Doué e Bradley Barcola passou a apostar na pressão alta, sob a guiança de Luis Enrique, para vencer sem abrir mão da defesa. O objetivo é liderar o encaixe coletivo.

Antes, o trio Mbappé, Messi e Neymar atraía elogios, mas falhava em levar o time à Champions League. A lição foi que o futebol evoluiu e não basta atacar; defender também.

Dembélé, Doué, Kvaratskhelia e Barcola assumem a linha de frente com gosto pela pressão. Em ligas europeias, Doué está entre os maiores que pressionam por 90 minutos; Kvaratskhelia também domina esse aspecto.

Novo padrão de PSG

O grupo pressiona com intensidade e encena transições rápidas. A consistência defensiva não compromete o ataque, como ficou claro na vitória sobre Bayern Munich, onde a pressão não impediu o brilho ofensivo.

Kvaratskhelia já soma 10 gols e 5 assistências na Liga dos Campeões, recorde de um jogador do PSG em uma única edição. Ele tornou-se peça-chave para o equilíbrio entre defesa e ataque.

Dembélé já havia dito que jogar para o PSG envolve defender junto com o grupo. A ideia é manter o clube acima do interesse individual, repetida nos bastidores do elenco em fevereiro.

Essa abordagem coloca o PSG à frente de outras equipes que também adotam o alto press. A mudança reforça a ideia de que o futebol francês caminha para uma formação mais ofensiva, porém mais disciplinada defensivamente.

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