- Romário afirma que Neymar é indispensável para a seleção na Copa, em entrevista à RECORD, citando o trauma pelo corte em Copas anteriores.
- O ex-jogador relembra a torcida pela recuperação da panturrilha esquerda em 1998, quando ficou fora do Mundial da França, após desentendimentos com Zagallo, Zico e o médico Lídio Toledo.
- Em 3 de maio de 2002, Romário não foi convocado por Felipão para a Copa do Japão e Coreia, episódio que gerou atrito com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira.
- Houve vaias de torcedores à saída de Felipão na Rua da Alfândega, no Rio, após a divulgação da lista de convocados; Teixeira não promoveu segurança ao técnico.
- Hoje senador, Romário reforça a necessidade de Neymar na Copa e critica vaidades; a entrevista completa vai ao ar hoje às 23h15, no Esporte Record.
Romário voltou a falar sobre a Copa do Mundo e a importância de Neymar para a Seleção. Em entrevista ao programa Esporte Record, ele disse que Neymar é indispensável para o Brasil na próxima Copa. A afirmação foi dirigida ao narrador Cléber Machado.
A fala de Romário retoma a fase de 1998, quando ficou de fora do Mundial por lesão. Ele afirmou que a decisão de não convocá-lo na época envolveu Zagallo, Zico e o médico Lídio Toledo, e que isso pesou na autoestima do jogador.
Romário manteve o tom crítico ao lembrar de 2002, quando Felipão não o convocou para a Copa da Coreia/Japão. O ex-jogador contou que houve pressão da CBF e citou episódios de oposição a Felipão, que enfrentou críticas ao retornar ao Brasil.
Ele relatou ainda que o episódio de 2002 gerou desgaste entre Felipão e Ricardo Teixeira. Segundo Romário, a ausência dele na lista provocou tensão pública e repercussões que duraram anos, mesmo com o pentacampeonato.
A expectativa atual é sobre a lista de Carlo Ancelotti, com Romário ressaltando que Neymar precisa estar no grupo. O senador de 60 anos afirmou que a presença do atacante pode fazer diferença para o Brasil.
Romário criticou vaidades no futebol e disse que, sem Neymar, o Brasil fica atrás de seleções como Argentina, França, Portugal, Espanha e Alemanha. A entrevista completa vai ao ar nesta noite, na Record, às 23h15.
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