Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Gesto de Bobadilla em comemoração já causou expulsão no passado

Decisão de não expulsar Bobadilla gera debate entre árbitros e especialistas sobre critérios para gestos obscenos

Jogador polemizou em comemoração (Foto: Marco Galvão /Fotoarena/Folhapress)
0:00
Carregando...
0:00
  • O árbitro Daronco não expulsou Bobadilla após um gesto próximo à região íntima durante clássico contra o Corinthians, gerando debate sobre a aplicação da regra.
  • O lance repercutiu nas redes e em programas esportivos, com diferentes leituras entre árbitros e especialistas.
  • Casos antigos mostraram gestos similares: Edmundo, em 1995, e Loco Abreu já haviam protagonizado comemorações parecidas, associadas a uma tradição sul-americana.
  • Em comparação, Allan, do Corinthians, já foi expulso por gesto na região íntima, mas houve contato com a área, o que diferenciou o caso de Bobadilla.
  • Especialistas divergem: alguns defendem expulsão por gesto obsceno, outros dizem que não havia infração clara; o VAR também foi alvo de críticas na condução do lance.

No clássico entre São Paulo e Corinthians, Bobadilla gerou polêmica ao gesticular para a torcida. O árbitro Allan Kardec optou por não expulsar o volante, afirmando que não houve infração clara para o vermelho.

O lance repercutiu nas redes e em programas esportivos, levando especialistas a debaterem a interpretação de gestos obscenos. Casos antigos foram relembrados para entender diferentes leituras da arbitragem.

Nomes como Edmundo e Loco Abreu já protagonizaram gestos semelhantes, com recepção distinta no Brasil. Em 1995, Edmundo apontou para a torcida rival em clássico Vasco x Flamengo.

Mais recentemente, Allan, do Corinthians, foi expulso por gesto na região íntima com contato na área. No caso de Bobadilla, não houve contato, o que pesou na decisão de não expulsar.

Especialistas divergem. Renata Ruel, ex-árbitra, defende cartão vermelho para o lance de Bobadilla, enquanto ex-árbitros ouvidos pelo Lance! entendem que não houve expulsão obrigatória.

Segundo Daronco, o árbitro entendeu que não houve gesto obsceno, citando diferença cultural entre argentinos e uruguaus na avaliação do lance. O VAR foi consultado, mas a decisão permaneceu.

A regra prevê cartão ou expulsão por gesto obsceno, conduta ofensiva ou provocação. A interpretação envolve intenção, direção do gesto e impacto no ambiente do jogo, sem decisão automática.

O tema segue em debate entre especialistas, com debate sobre a função do VAR e a aplicabilidade de gestos em diferentes culturas do futebol sul-americano.

Fonte: LANCE!

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais