- O árbitro Daronco não expulsou Bobadilla após um gesto próximo à região íntima durante clássico contra o Corinthians, gerando debate sobre a aplicação da regra.
- O lance repercutiu nas redes e em programas esportivos, com diferentes leituras entre árbitros e especialistas.
- Casos antigos mostraram gestos similares: Edmundo, em 1995, e Loco Abreu já haviam protagonizado comemorações parecidas, associadas a uma tradição sul-americana.
- Em comparação, Allan, do Corinthians, já foi expulso por gesto na região íntima, mas houve contato com a área, o que diferenciou o caso de Bobadilla.
- Especialistas divergem: alguns defendem expulsão por gesto obsceno, outros dizem que não havia infração clara; o VAR também foi alvo de críticas na condução do lance.
No clássico entre São Paulo e Corinthians, Bobadilla gerou polêmica ao gesticular para a torcida. O árbitro Allan Kardec optou por não expulsar o volante, afirmando que não houve infração clara para o vermelho.
O lance repercutiu nas redes e em programas esportivos, levando especialistas a debaterem a interpretação de gestos obscenos. Casos antigos foram relembrados para entender diferentes leituras da arbitragem.
Nomes como Edmundo e Loco Abreu já protagonizaram gestos semelhantes, com recepção distinta no Brasil. Em 1995, Edmundo apontou para a torcida rival em clássico Vasco x Flamengo.
Mais recentemente, Allan, do Corinthians, foi expulso por gesto na região íntima com contato na área. No caso de Bobadilla, não houve contato, o que pesou na decisão de não expulsar.
Especialistas divergem. Renata Ruel, ex-árbitra, defende cartão vermelho para o lance de Bobadilla, enquanto ex-árbitros ouvidos pelo Lance! entendem que não houve expulsão obrigatória.
Segundo Daronco, o árbitro entendeu que não houve gesto obsceno, citando diferença cultural entre argentinos e uruguaus na avaliação do lance. O VAR foi consultado, mas a decisão permaneceu.
A regra prevê cartão ou expulsão por gesto obsceno, conduta ofensiva ou provocação. A interpretação envolve intenção, direção do gesto e impacto no ambiente do jogo, sem decisão automática.
O tema segue em debate entre especialistas, com debate sobre a função do VAR e a aplicabilidade de gestos em diferentes culturas do futebol sul-americano.
Fonte: LANCE!
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