- John Textor e Carlos Augusto Montenegro, ex-dirigentes do Botafogo, seguem trocando farpas públicas sobre a gestão da SAF e o legado no clube.
- Textor criticou Montenegro, sugerindo que ele comprasse o Dallas Cowboys para vencer o Super Bowl, numa comparação com títulos do Botafogo na Libertadores e no Brasileirão de 2024.
- O tenente de Textor afirmou que Montenegro lidera uma campanha de depreciação há 18 meses, citando áudios vazados e críticas ao empresário.
- Montenegro pediu direito de resposta e questionou a ênfase de Textor em um “projeto 2.0” da SAF, falando em aumento de participação do Botafogo associativo de 10% para 20% e em dívidas.
- A disputa envolve ainda a suspensão de direitos políticos da Eagle Bidco e a possibilidade de impacto financeiro no clube, com Montenegro acusando o uso político do tema.
John Textor e Carlos Augusto Montenegro voltaram a trocar farpas públicas sobre a gestão do Botafogo, em meio a uma sequência de acusações que se arrasta há meses. A discussão ganhou novo capítulo após o ex-presidente da SAF reabri-la neste fim de semana.
O confronto envolve críticas de Textor à atuação de Montenegro e indiretas sobre suposta campanha de difamação. O americano sugeriu que o ex-presidente deveria adquirir o Dallas Cowboys e conquistar o Super Bowl, traço utilizado para questionar o passado de Montenegro no clube.
Textor afirmou em entrevista recente que ouve áudios de Montenegro atacando sua gestão desde 2025, algo que, segundo ele, já dura cerca de 18 meses. O tema surgiu após o Botafogo ter passado por decisões recentes envolvendo a SAF e o clube social.
Conflito público entre Textor e Montenegro
Montenegro pediu direito de resposta às críticas de Textor, que também mencionou propostas para uma possível “versão 2.0” da relação entre a SAF e o Botafogo. Entre os pontos citados, houve menção à possível aumento da participação do Botafogo no capital da SAF, de 10% para 20%.
O ex-presidente também tratou de valores da dívida do grupo e do impacto financeiro para o clube social, destacando riscos de aumento de encargos caso a estrutura societária evolua conforme discutido. Montenegro negou ter interferência na gestão do Botafogo e afirmou que não mantém vínculo acionário nas mesmas proporções que Textor.
A troca de farpas envolve ainda tensões sobre governança da SAF, controle institucional e o papel do clube social na operação financeira. O tema tem repercussão entre torcedores e diretoria, com impactos diretos no relacionamento entre as partes e na percepção pública sobre a gestão do clube.
Texto e Montenegro também fizeram referências a ações na Justiça e a decisões que afetam direitos políticos de entidades ligadas ao Botafogo, reforçando que o cenário permanece em aberto e sem resolução anunciada.
O panorama atual aponta para um atrito público entre o investidor americano e o ex-presidente, com discussões em tom crítico sobre liderança, legado e estratégias para o futuro do clube. Não houve confirmação de acordo ou reconciliação entre as partes até o momento.
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