- O treinador Carlo Ancelotti assumiu a Seleção e autorizou Casemiro a ocupar o papel de referência no meio, dando mais poder ao volante na construção da equipe.
- Casemiro, aos 34 anos, passou a ser peça-chave, com o técnico defendendo a possibilidade de variantes na posição, incluindo Bruno Guimarães e Lucas Paquetá como opções com características diferentes.
- Bruno Guimarães ganhou confiança de Ancelotti, destacando-se ao lado de Casemiro em formatações diferentes, inclusive em um esqueleto com dois volantes.
- Danilo ganhou titularidade na reta final do ciclo, sendo escalado próximo a Casemiro em amistosos e recebendo apostas no meio-campo de construção.
- Ao longo do ciclo foram usados onze volantes em trinta e cinco partidas, com meias adaptados à função e debates sobre o formato ideal, buscando um trio de volantes com Casemiro, Bruno Guimarães e Danilo.
Carlos Ancelotti redefine a função de volantes na seleção brasileira, empoderando Casemiro e promovendo Bruno Guimarães e Danilo a papéis centrais. A reformulação, anunciada na primeira convocação do técnico italiano, marca o ingresso da era da versatilidade.
O ciclo de preparação para 2026 mostra Casemiro assumindo o papel que define o meio de campo, com Bruno Guimarães e Danilo ganhando status de titulares. A mudança ocorre em meio a críticas anteriores à rotação de atletas na posição. Ancelotti indicou novas possibilidades táticas desde o primeiro chamado.
A escolha tática vem após a tentativa de manter Casemiro em cena, mesmo diante de avaliações divergentes de treinadores anteriores. O técnico italiano explicou que há vários jogadores com características semelhantes, mas diferentes, para formar a linha de meio-campo.
Na estreia de Ancelotti, Casemiro atuou ao lado de Bruno Guimarães, abrindo caminho para um provável trio com Danilo. Em jogos seguintes, a dupla atuou no 4-2-4, destacando a versatilidade do grupo e a capacidade de adaptação a diferentes sistemas.
A posição de volante permanece como eixo do ciclo, com 11 nomes diferentes usados em 35 partidas do Brasil até o momento. Entre eles, André, Andrey Santos, Bruno Guimarães, Casemiro, Danilo Santos, Douglas Luiz, Éderson, Fabinho, João Gomes, Joelinton e Pablo Maia.
Gerson, veterano crítico do ciclo, aponta que a seleção ainda busca definir um meio de campo estável. O ex-jogador destaca que o elenco tem opções de alto nível, mas que o entrosamento precisa amadurecer para a Copa do Mundo.
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