- Jakson Follmann relembrou a única partida pela Chapecoense: 25 de agosto de 2016, contra o Cuiabá, pela estreia da Sul-Americana, na Arena Pantanal.
- Na ocasião, a Chapecoense perdeu por 1 a 0 para o Cuiabá, com gol de falta de Dakson, e Follmann era titular numa equipe mesclada pelo técnico Caio Júnior.
- O ex-goleiro, então com 24 anos, era reserva de Danilo e destacou o calor em Cuiabá como dificuldade do jogo.
- Na volta, a Chapecoense venceu por 3 a 1 em casa e avançou às oitavas; Danilo ficou conhecido por defender quatro cobranças nos pênaltis contra o Independiente na Argentina.
- Hoje, Follmann trabalha como palestrante e reforça que a trajetória no futebol trouxe aprendizados e amizades, mesmo com o fim precoce da carreira.
O ex-goleiro Jakson Follmann relembrou a única partida disputada pela Chapecoense, na estreia da Sul-Americana de 2016 contra o Cuiabá, em Cuiabá. O jogo, ocorrido no dia 25 de agosto de 2016, terminou 1 a 0 para o time da casa. Follmann era reserva de Danilo e entrou em uma equipe mesclada pelo técnico Caio Júnior.
A partida aconteceu na Arena Pantanal, sob calor intenso, o que foi ressaltado pelo jogador. A derrota ficou marcada pela cobrança de falta convertida por Dakson. Follmann destacou que o time adversário aproveitou a condição do ambiente.
Desdobramentos da competição
No jogo de volta, em Chapecó, a Chapecoense venceu por 3 a 1 e avançou às oitavas de final. Follmann lembrou a evolução da equipe ao longo da Sul-Americana, com reforços na defesa e no meio-campo, contribuindo para o desempenho do grupo.
A campanha seguiu com a eliminação do Independiente nos pênaltis, após dois empates sem gols. Danilo foi o herói ao defender quatro cobranças na Arena Condá, abrindo caminho para a continuidade da equipe na competição.
Reconhecimento e continuidade
Dias depois, o Atlético Nacional pediu à Conmebol que a Chapecoense fosse considerada campeã da Sul-Americana de 2016. A entidade oficializou o título ao clube catarinense, concedendo ao time colombiano o Prêmio Centenário Fair Play.
Hoje, Follmann atua como palestrante e participa de projetos ligados ao esporte. Do tempo de jogador, ele afirma guardar lembranças positivas, mesmo com a interrupção precoce da carreira.
A história de 2016 é lembrada como marco na trajetória da Chapecoense, marcada pela superação e pelo time que, apesar dos muitos desafios, deixou registro na competição continental.
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