- Carlo Ancelotti divulgará, na próxima segunda-feira, a lista de 26 convocados da seleção brasileira, em o Rio de Janeiro, a partir das 17h (horário de Brasília).
- O treinador teme novas lesões de Eder Militão, Estêvão e Rodrygo, que são considerados titulares em potencial para a Copa do Mundo.
- O receio tem relação com o episódio de 1982, quando Ancelotti, então jogador, foi convocado pela Itália, sofreu lesão e ficou fora do Mundial.
- Ancelotti entrou em contato com Rodrygo e Militão para desejar recuperação rápida e lembrar de se preparar para a próxima Copa e para o próximo jogo da seleção.
- O técnico italiano disputou três Copas do Mundo, como jogador em 1986 e 1990, e como assistente técnico em 1994, experiência que descreve como aprendizado diante da pressão.
O técnico Carlo Ancelotti divulgou que a seleção brasileira terá uma lista de 26 convocados divulgada na próxima segunda, no Rio de Janeiro, a partir das 17h. A divulgação será acompanhada pela cobertura do portal e do canal da casa.
O temor do treinador italiano está ligado ao histórico pessoal de 1982, quando foi convocado pela Itália, mas se machucou e ficou fora da Copa do Mundo. A chance de disputar o Mundial acabou cancelada pelo incidente.
Ancelotti estreou pela Itália em 1981, pela Roma, e logo passou a integrar a equipe principal, convivendo com nomes de destaque. O episódio de 1982 ficou marcado como uma oportunidade perdida que influenciou sua carreira.
Lesões entram em foco para a convocação
Quatro décadas depois, novas lesões afetam o planejamento da comissão técnica. Eder Militão, Estêvão e Rodrygo estão fora da Copa, segundo informações de bastidores. A gravidade de cada caso ainda depende de avaliação médica.
Assim que soube das lesões, o treinador manteve contato com os jogadores para oferecer apoio. A mensagem central foi de recuperação acelerada e retorno à próxima edição da Copa do Mundo e aos jogos da seleção.
Ancelotti também relembrou a própria trajetória mundialista ao longo da carreira. Ele estreou pela Itália com um empate na Holanda em 1981 e disputou as Copas de 1986 e 1990 como atleta, além de atuar como auxiliar em 1994, quando a equipe italiana perdeu a final nos pênaltis para o Brasil.
A Copa do Mundo, segundo o treinador, é um período determinante na carreira de quem trabalha com futebol. Ele enfatiza a importância de transformar a pressão em motivação, independentemente das adversidades que surgirem.
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