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Mídia aposta em formatos inovadores para atrair público na Copa de 2026

Jornais e revistas apostam em newsletters, vídeos e edições especiais para ampliar a cobertura da Copa de 2026 e atrair novos leitores

A equipe de reportagem conversou com pessoas de 3 publicações —incluindo uma revista de edição única— para ter uma ideia de como o jornalismo delas poderá ser no mês de junho
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  • A Copa do Mundo da FIFA de 2026 começa em 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, com 48 seleções e 104 partidas; ingresso e transporte têm preços elevados e governos investiram para atender às exigências da Fifa.
  • O Guardian US lança a newsletter The World Behind the Cup, com oito edições antes do torneio, liderada pelo jornalista Jonathan Wilson, explorando a história e as implicações sociopolíticas da competição; haverá vídeos curtos e transmissões ao vivo do Guardian Football Weekly durante o evento.
  • O Athletic amplia a cobertura ao vivo, com três newsletters diárias, podcasts e conteúdos em texto e vídeo; cria também uma página dedicada à Copa e um jogo de palpites para engajar leitores novices e torcedores experientes.
  • The Away End, podcast de Daniel Alarcón e John Green, estreia com foco em debates, análises e histórias literárias sobre seleções nacionais; o projeto visa ser acolhedor tanto para fãs novos quanto para veteranos, com conteúdo disponível no YouTube e no podcast.
  • Golden Goal é uma revista de edição única, idealizada por Miguel Salazar e Alex Shephard; tiragem entre quinhentos e mil exemplares, financiada via Kickstarter; terá distribuição internacional e eventos em Nova York durante a Copa.

Durante junho, mês de abertura da Copa do Mundo FIFA 2026, jornalistas exploram formatos diferenciados de publicação para atrair público. A reportagem ouviu três publicações, incluindo uma revista de edição única, para entender como poderá ser a cobertura neste período.

A Copa terá 48 seleções, 104 partidas, nos Estados Unidos, Canadá e México. O contexto envolve ingressos e custos de transporte elevados, além de investimentos de governos locais para atender às exigências da FIFA.

Para muitos leitores, o torneio também é uma experiência humana, marcada por esperanças e desafios que transcendem o esporte. A seguir, detalharemos as iniciativas de cada veículo e o que se pode esperar na cobertura.

Guardian US aposta em newsletter e conteúdo multimídia

O Guardian mantém tradição na cobertura de futebol com analises, partidas e bastidores. Com a Copa, a equipe no Reino Unido ampliará sua atuação nos EUA, buscando atrair novos fãs. A estratégia inclui a newsletter The World Behind the Cup, com oito edições antes do torneio, sob a responsabilidade de Jonathan Wilson.

A publicação também planeja vídeos curtos durante o evento e transmissões ao vivo do Guardian Football Weekly, com shows já esgotados no Bowery Ballroom, em Nova York. A equipe pretende aprofundar a narrativa sociopolítica do torneio, conectando-o a identidades nacionais.

Athletic amplia cobertura ao vivo e iniciativas para novatos

O Athletic aposta em transmissão ao vivo como elemento central da cobertura, ampliando o envio de repórteres para o Qatar e além. A equipe apresentará três newsletters diárias, além de podcasts, textos explicativos e vídeos. Uma página dedicada à Copa do Mundo e uma escala de palpites buscam manter o público engajado diariamente.

Além das partidas, o veículo investiga como as torcidas de 48 países se articulam com a linguagem do futebol, promovendo entrevistas com torcedores de várias nações para oferecer perspectivas menos exploradas. A meta é educar leitores de diferentes níveis de familiaridade com o esporte.

The Away End e Golden Goal ampliam voz de criadores independentes

Daniel Alarcón e John Green lançaram o podcast The Away End, que também funciona como um canal no YouTube. O projeto combina análises, histórias de fãs e perspectivas literárias de diferentes países, buscando acolhimento para novos leitores do futebol e para fãs experientes.

Os criadores de Golden Goal lançam uma revista de edição única e uma newsletter com tiragem inicial de 500 a 1.000 exemplares. A publicação aborda temas globais ligados ao torneio, mantendo um tom literário e não apenas esportivo, com edições semanais durante a Copa.

Fortalecimento de formatos alternativos

Salazar e Shephard, autores da Golden Goal, destacam a ideia de uma imprensa não comercial que privilegia reflexões sobre o significado do torneio e a relação entre futebol, cultura e política. A revista terá design diferenciado, impressão em parceria com uma gráfica internacional, e distribuição para apoiadores.

Eventos em Nova York acompanham a divulgação, com atividades como noites de quiz e exibição de cinema, além de debates com escritores e comunidades ligadas ao futebol. O objetivo é oferecer espaço literário e cultural vinculado ao contexto da competição.

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