Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Assistentes da CBF e jornalista sofrem ataques misóginos durante partida

Ataques misóginos a assistentes e a jornalista marcando a partida da Série D; Polícia Militar intervém e entidades cobram apuração e medidas

Taça Série D
0:00
Carregando...
0:00
  • Partida entre CSE e CSA, pela Série D, no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios, teve ataques misóginos contra profissionais de arbitragem e imprensa.
  • As assistentes Maria de Fátima Mendonça e Fernanda Félix, e a repórter Nathália Máximo foram alvo de ofensas durante o jogo, incluindo frases como “futebol não é lugar pra mulher” e “vai lavar roupa”.
  • A Polícia Militar foi acionada para conter o grupo de torcedores responsável pelos ataques.
  • Sindjornal, Fenaj e a Comissão Nacional das Mulheres divulgaram nota repudiando o episódio e cobrando medidas de autoridades e entidades esportivas.
  • A Federação Alagoana de Futebol (FAF) publicou repúdio e informou que vai identificar os envolvidos e apurar os fatos junto às autoridades competentes.

O jogo entre CSE e CSA, pela Série D, ocorreu no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios, no último domingo. Durante a partida, assistentes e uma repórter foram alvo de ataques misóginos vindos de torcedores do time mandante. A Polícia Militar precisou intervir para conter as agressões.

As ofensas incluíram termos discriminatórios direcionados às profissionais, que estão ligadas à arbitragem e à cobertura da partida. A repórter Nathália Máximo relatou o episódio ao vivo, comentando o ocorrido durante a transmissão.

Repercussão e posicionamentos

Entidades do jornalismo e do futebol manifestaram repúdio ao episódio na segunda-feira. Sindjornal, Fenaj e a Comissão Nacional das Mulheres destacaram que as agressões revelam uma cultura de intolerância de gênero no esporte, cobrando medidas efetivas.

A Federação Alagoana de Futebol também divulgou nota de repúdio e informou que vai pedir identificação dos envolvidos e apuração junto às autoridades. A entidade reforçou que o futebol deve ser um espaço de respeito e profissionalismo.

Este episódio reacende o debate sobre violência de gênero no futebol brasileiro, especialmente contra mulheres que atuam como árbitras, jornalistas e em outras funções dentro do esporte. As autoridades e entidades esportivas seguem em investigação e avaliação de medidas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais