- Donald Trump jogou futebol no NYMA na temporada de 1963/64, durante o ensino médio, em uma instituição marcada por hazing e disciplina rígida.
- Confrontos com colegas e relatos de bullying fazem parte do relato sobre seu tempo na escola, com versões diferentes sobre seu desempenho no time de futebol.
- Registros mostram que a equipe do NYMA em 1964 terminou 3-8, desmentindo algumas alegações de invencibilidade atribuídas a Trump.
- A reportagem descreve a cultura da escola na época, com treinadores experientes e esportes dominados por partidas de choque físico, além de possíveis tensões raciais entre atletas.
- Após deixar o NYMA, Trump manteve interesse pelo futebol e pela cena internacional, chegando a ser premiado pela Fifa e a participar de eventos ligados à Copa do Mundo, mesmo com passado controverso.
O jornal americano investiga a participação de Donald Trump no futebol da New York Military Academy (NYMA) nos anos 1960. Conteúdo aponta uma época de disciplina rígida, hazing e um time de futebol pouco destacado. A história analisa como a prática esportiva moldou o jovem Trump.
A NYMA, localizada no Hudson Valley, vivia um período de decadência e abandono em parte do campus hoje. O time de futebol存在 apenas no registro histórico, mas o campo ainda é lembrado por ter sido palco de episódios de agressividade entre cadetes.
Origens no campo da NYMA
A reportagem descreve Trump como adolescente que atuava como defesa, integrando um grupo de cadetes de várias nacionalidades. O time contava com jogadores latino-americanos e europeus, em uma turma em que Trump era uma peça entre outros atletas.
Há relatos de um ambiente marcado por disciplina firme e práticas de disciplina severa, incluindo confrontos físicos entre cadetes. Primeiro, Trump recebeu avaliação de desempenho; depois, ganhou uma posição de liderança dentro de uma unidade sem supervisão direta.
Alercações sobre o desempenho de Trump
Alguns colegas descrevem Trump como jogador regular, porém sem destacar-se pela técnica. A equipe, na época, enfrentava adversários locais com estilos de jogo físicos e diretos. Os registros indicam uma atuação discreta no campo defensivo.
Outras fontes mencionam incidentes de conflito envolvendo Trump durante a vida escolar, como desentendimentos no alojamento. Em vez de ser punido de imediato, ele manteve o posto e seguiu para liderar parte de uma companhia estudantil.
Repercussões do período
Ao longo de décadas, surgem memórias distintas sobre o personagem Trump na NYMA. Alguns relatos destacam o carisma e o papel de liderança, enquanto outros enfatizam o ambiente de competição acirrado e a cultura de intimidação.
Análises históricas destacam que a NYMA, na época, era marcada por um conjunto de práticas que ultrapassavam o esporte, envolvendo comportamento com colegas de diferentes origens. A reportagem ressalta que a instituição tinha uma tradição de disciplina rígida.
O que ocorreu depois
Após deixar a NYMA, Trump retornou a Nova York e passou a se interessar por Pelé e pelo New York Cosmos. Em anos recentes, esteve ligado a propostas de compra de clubes no exterior e manteve relações próximas com figuras do futebol internacional.
Em eventos recentes, Trump participou de cerimônias ligadas ao futebol mundial e teve papel em movimentos diplomáticos do esporte. O texto cita ainda a eventual participação dele na divulgação de notícias sobre a Copa do Mundo.
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