- Com a Copa do Mundo de 2026 passando a 48 equipes, o favoritismo costuma ficar com antigos campeões, mesmo com o formato expandido.
- Portugal é apontado como principal candidato a campeão inédito, com uma equipe equilibrada e Cristiano Ronaldo possivelmente em sua despedida internacional.
- A Holanda surge como outra candidata de peso, apesar da ausência de um atacante clínico e de lesões que afetam o elenco.
- Marrocos, atual campeão da África, entra como equipe de alto nível com lateralidade forte de contra-ataque e jovens promissores.
- Senegal e Japão também são citados entre os favoritos/disputantes, mantendo expectativa de surpresas e eliminações antecipadas conforme o grupo e as fases mata-mata.
Noruega chegou à Copa do Mundo de 2026 sem ter disputado o torneio desde 1998, mas tem um trunfo claro: Erling Haaland. A equipe se destacou nas eliminatórias, vencendo oito jogos e marcando 37 gols, o que elevou as expectativas para a campanha no Catar/Estados Unidos/Canadá, palco da disputa ampliada.
Olhando para o elenco, Haaland é a referência ofensiva, com apoio de Martin Ødegaard e uma linha de frente que busca maximizar as chances. A defesa e o meio-campo, no entanto, ainda geram dúvidas, conforme o técnico Ståle Solbakken monta o time para o torneio.
Portugal
Portugal aparece entre os favoritos como possível campeão inédito. Na última Copa terminaram nas quartas, mas o conjunto mantêm consistência desde a geração vitoriosa de Euro 2016. Cristiano Ronaldo pode enfrentar seu último Mundial, com um elenco que combina experiência e jovens talentos.
Vitinha é destacado como o meio-campo de alto nível, capaz de atrasar e criar jogadas, enquanto Bruno Fernandes chega ao auge. A defesa ganhou consistência com Gonçalo Inácio ao lado de Rúben Dias, e Diogo Costa é o goleiro titular confiável.
A equipe conta ainda com opções de reserva de peso, como Gonçalo Ramos, João Félix e Bernardo Silva, que ajudam a manter o elenco competitivo ao longo da fase de grupos e nas fases seguintes.
The Netherlands
A Holanda avançou sem dificuldades nas eliminatórias da UEFA, mas encara o peso de quebrar o jejum de resultados recentes. Lesão de Xavi Simons reduz a imprevisibilidade do ataque, enquanto a defesa e o meio-campo apresentam solidez.
O grupo de teste inclui Japão, Suécia e Tunísia, o que promete rivais desafiadores antes das fases de mata-mata. A equipe busca superar o saldo de quartas de final alcançado na Copa de 1994, quando o torneio foi disputado na América do Norte.
Morocco
Atual campeã da África, Morrocos chega ao Mundial com experiência e um estilo de contra-ataque bem elaborado. O elenco mescla jogadores experientes com jovens promessas, incluindo o meio-campista 18 anos Ayyoub Bouaddi, contratado pelo Lille, que pode reforçar o meio-campo.
A equipe manteve o desempenho sólido desde a Copa do Mundo de 2022, buscando manter a pressão defensiva e a transição rápida para surpreender adversários.
Senegal
Senegal chega ao Mundial com base europeia forte e uma defesa robusta, liderada por Koulibaly e Mendy. O foco permanece em manter a solidez defensiva, com a experiência de Idrissa Gueye no meio-campo e Sadio Mané no ataque, buscando equilíbrio entre jogo vertical e the trunfo da experiência.
A equipe traz jovens como Habib Diarra, que pode aparecer como elemento disruptivo no estágio avançado da competição.
Japão
O Japão manteve reputação de marcação firme e jogos táticos bem apresentados. Hajime Moriyasu mantém o time difícil de enfrentar, com Kaoru Mitoma ausente por lesão, mas com opções de reposição no plantel. O estilo japonês costuma exigir concentração total em fases decisivas.
Zion Suzuki se destaca no gol, com trajetória em clubes europeus, o que pode contribuir para uma atuação constante na competição.
Os grandes indispostos
Co-residentes da América do Norte enfrentam expectativas distintas, com Canadá, México e Estados Unidos buscando objetivos variados. Canadá espera avançar além da fase de grupos; EUA pretendem superar as quartas de 2002; México já viu suas campanhas anteriores se repetirem no continente.
Cada equipe define sucesso com metas próprias, sem aspirações automáticas de final. O torneio em solo norte-americano impõe deslocamentos, calor e ingressos caros, fatores que influenciam o rendimento.
Ecuador
Ecuador teve desempenho sólido na Conmebol, ficando atrás apenas da Argentina na fase de qualifiers, e busca avançar além da fase de grupos. A defesa é um ponto forte, com nomes como Estupiñán, Pacho, Hincapié e Ordóñez. Enner Valencia segue como artilheiro histórico, com grande importância nos momentos decisivos.
A seleção aposta no aproveitamento de suas linhas defensivas para surpreender adversários mais renomados.
Turkey
Após a ausência na Copa de 2022, a Turquia retorna com time de grande potencial defensivo e talento ofensivo. Jogadores como Çalhanoğlu, Güler e Yıldız estão entre os destaques, com uma defesa sólida que pode suportar as exigências do torneio.
Apesar de um 6 a 0 em casa para a Espanha nas eliminatórias, o elenco mantém ambição de vencer o grupo, que também inclui EUA, Austrália e Paraguai.
A situação na Noruega
A Noruega entra sem histórico recente de Mundial vitorioso, mas com Haaland como diferencial. O time depende da forma física de Haaland e de como Ødegaard se mantém em alto nível para sustentar o ataque. Perguntas sobre o equilíbrio defensivo aparecem, mas o país chega para competir com várias opções ofensivas.
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