- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, rebateu críticas a Abel Ferreira durante evento no museu Gustavo Gómez.
- Ela afirmou que não administra o clube pela pressão de torcedores e que trabalha com base na razão e no que os profissionais dizem.
- A principal torcida organizada pediu a demissão de Abel; Leila disse que quer ver o treinador e os torcedores felizes e que a diretoria cobra desempenho nos bastidores.
- O Palmeiras perdeu por 1 a 0 para o Cerro Porteño e precisa de empate no Paraguai para manter a liderança do Grupo F.
- A presidente declarou que é inconcebível não avançar na Libertadores e destacou que não se vence sempre, reconhecendo o mau desempenho contra o Cerro Porteño.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu críticas da torcida a Abel Ferreira durante um evento no museu do clube, em homenagem a Gustavo Gómez. Ela disse que não administra o clube pela pressão de torcedores e que costuma agir com racionalidade para resolver problemas internos.
Leila afirmou que não acompanha manifestações organizadas contra o treinador e que sua gestão é baseada no feedback dos profissionais e na rotina do dia a dia. Reconheceu a chateação dos torcedores, mas reforçou a necessidade de manter o equilíbrio e manter o foco no trabalho.
Organizada na bronca
A principal torcida organizada pediu a demissão de Abel Ferreira via nota pública. A presidente ressaltou o desejo de ver treinador e torcedores satisfeitos, e disse que a diretoria trabalha para atender ao maior patrimônio do clube, o elenco e a torcida, mesmo diante de cobranças internas.
O Palmeiras teve derrota de 1 a 0 para o Cerro Porteño e pode sofrer eliminação na Libertadores dependendo da última rodada. A derrota em casa dificulta a classificação, pois empatar no Paraguai pode manter o Cerro Porteño na liderança do Grupo F.
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