- Lionel Messi entrou para o grupo de bilionários do futebol, ao lado de Cristiano Ronaldo, sem aceitar um grande contrato da Arábia Saudita.
- A posição foi conquistada por meio de acordos realizados nos Estados Unidos.
- Rodrigo Orihuela analisa como o jogador chegou a esse patamar.
- O texto compara os caminhos de Messi e Ronaldo para a condição de bilionário.
- Enfoque principal nos ganhos com patrocínios, mídia e acordos comerciais nos EUA.
Lionel Messi passou a integrar, pela primeira vez, o grupo de futebolistas bilionários graças a acordos nos Estados Unidos, segundo análises publicadas pela imprensa especializada. A notícia destaca que o salto não veio de um contrato milionário na Arábia Saudita.
Cristiano Ronaldo já fazia parte desse seleto grupo e, com Messi, o clube de bilionários do futebol fica com dois dos nomes mais reconhecidos do esporte. A reportagem não aponta valores exatos nem a origem formal dos acordos, mas ressalta a relevância financeira dos contratos firmados no varejo norte-americano.
A análise aponta que o caminho de Messi para esse patamar foi construído com atividades fora de campo, como patrocínios, parcerias de marca e projetos comerciais realizados nos Estados Unidos. A matéria menciona a ascensão de Messi nesse nicho sem depender de intervenções sauditas de alto valor.
Rodrigo Orihuela assina a avaliação que embasa a leitura de como Messi chegou ao status de bilionário no futebol, destacando a diferença entre modelos de negócio adotados pelos clubes e atletas no mercado americano. O texto não detalha números específicos, apenas contextualiza a tendência de renda adicional para o atleta.
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