- Aos 32 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti para o Flamengo.
- Após revisão do VAR, a decisão foi alterada para falta fora da área, provocando debates sobre a precisão da arbitragem.
- O consultor de arbitragem PC de Oliveira contestou a mudança, afirmando que houve empurrão dentro da área que não foi considerado.
- A cobrança da falta levou Léo Pereira a bater com a esquerda, mas o goleiro Muslera fez a defesa e manteve o placar.
- A decisão aos 35 minutos mudou o andamento do jogo e gerou grande repercussão entre torcedores e analistas.
Um lance de pênalti a favor do Flamengo durante a partida contra o Estudiantes, no Maracanã, gerou controvérsia após o uso do VAR. Aos 32 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique foi derrubado dentro da área e o árbitro inicialmente marcou pênalti.
A jogada envolveu contato de Meza sobre Bruno Henrique, que levou o árbitro uruguaio Esteban Ostojich a indicar a marca da cal. A revisão do VAR durou cerca de quatro minutos, questionando a localização do toque.
Após a análise, o contato foi considerado fora da área, e Ostojich acatou a recomendação do VAR, anulando o pênalti. A mudança gerou críticas entre torcedores e analistas, com divergência entre especialistas.
Consultor de arbitragem anunciado pela imprensa, PC de Oliveira, afirmou que a decisão deveria ter mantido o pênalti, argumentando que houve empurrão dentro da área logo após o toque. A discussão acentuou a polêmica sobre o uso do VAR.
A cobrança da falta foi executada por Léo Pereira, com defesa do goleiro Muslera, do Estudiantes, mantendo o placar no momento. A reversão da penalidade influenciou o ritmo do jogo e a reação das equipes.
O incidente ampliou o debate sobre a precisão das marcações em lances de pênalti na competição, destacando a necessidade de clareza nas interpretações do árbitro de vídeo e de quem dirige o lance.
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