- Guardiola afirmou que se arrepende de não ter dado a Joe Hart a chance de trabalhar com ele no Manchester City.
- Hart, antigo titular da seleção inglesa, perdeu espaço após a chegada de Guardiola e foi emprestado ao Torino e ao West Ham antes de deixar o clube em 2018 para o Burnley.
- Em 2016, o City contratou Claudio Bravo, que permaneceu no elenco até 2020, mas não se firmou como titular.
- Ederson chegou ao City em 2017 e tornou-se titular, permanecendo no clube até 2025, com 372 partidas disputadas.
O Manchester City abriu espaço para nova geração de goleiros após a chegada de Pep Guardiola, em 2016. Joe Hart, então titular da equipe e da seleção inglesa, perdeu espaço no clube antes de ser emprestado ao Torino e ao West Ham, encerrando sua passagem pelo City em 2018, antes de assinar com o Burnley.
No mesmo ano, o City contratou Claudio Bravo, que ficou no clube até 2020, mas não conseguiu firmar-se como titular. A mudança abriu caminho para a ascensão de Ederson, contratado em 2017, que permaneceu como titular até 2025, acumulando 372 jogos.
Guardiola revelou que mantém um arrependimento: não ter dado a Hart a chance de provar seu valor sob seu comando, reconhecendo que poderia ter tentado trabalhar com o goleiro. Ele ressaltou o papel de Bravo e de Ederson, mas afirmou que poderia ter feito o contato para testar Hart antes de decidir por outras opções, segundo entrevista à Sky Sports.
Arrependimento do treinador
Guardiola explicou que, ao tomar decisões, é possível errar, e que o momento não foi o ideal para manter Hart no elenco. O técnico citou a importância de testar o goleiro em campo antes de qualquer troca, reconhecendo que a escolha impactou a evolução do City naquela época. Fonte: Sky Sports.
Contexto recente
Hart seguiu para o Burnley e não retornou a atuar pelo City. Bravo continuou como reserva até sair em 2020, abrindo espaço para Ederson consolidar-se como titular na meta do clube. A trajetória recente do City enfatiza a gestão de goleiro na era Guardiola.
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