- A Federação Mexicana de Futebol lançou a campanha “A ola, sim, o grito, não” para combater cânticos discriminatórios nos estádios durante a Copa do Mundo de 2026.
- A ação envolve nomes como Hugo Sánchez, Javier Aguirre e outros jogadores da Copa do Mundo de 1986.
- A primeira etapa da campanha, de 21 a 31 de maio, traz mensagens de integrantes da seleção de 1986, como Fernando Quirarte e Luis Flores; a segunda, de 1º a 30 de junho, conta com Hugo Sánchez e Javier Aguirre.
- A campanha será veiculada em plataformas digitais e nos amistosos de preparação: México vs Gana (22 de maio, em Puebla), México vs Austrália (30 de maio, em Pasadena) e México vs Sérvia (4 de junho, em Toluca).
- A seleção mexicana estreia na Copa do Mundo de 2026 em 11 de junho, no Estádio Azteca, contra a África do Sul; a FMF e a Concacaf adotam protocolo de três fases para lidar com gritos discriminatórios.
A Federação Mexicana de Futebol (FMF) lançou uma campanha para erradicar o grito discriminatório nos estádios durante a Copa do Mundo de 2026. O movimento tem o slogan “A ola, sim, o grito, não” e envolve nomes como Hugo Sánchez, Javier Aguirre e outros remanescentes da Copa de 1986.
A iniciativa visa conscientizar torcedores sobre a importância de apoiar a seleção com a ola, em vez de cantos homofóbicos que podem gerar sanções da FIFA. O histórico de punições inclui multas aplicadas à FMF em 2018, após incidentes envolvendo a torcida durante a Copa do Mundo na Rússia.
A campanha será veiculada em duas etapas: de 21 a 31 de maio, com mensagens de elenco da Copa de 1986, incluindo Fernando Quirarte e Luis Flores; e de 1º a 30 de junho, com participação de Hugo Sánchez e Javier Aguirre.
Os conteúdos serão divulgados em plataformas digitais e nos amistosos de preparação da seleção mexicana: México vs Gana em 22 de maio, em Puebla; México vs Austrália em 30 de maio, em Pasadena; e México vs Sérvia em 4 de junho, em Toluca.
A estreia da seleção na Copa do Mundo de 2026 está marcada para 11 de junho, no Estádio Azteca, diante da África do Sul. A FMF e a Concacaf estabeleceram um protocolo de três fases para lidar com infrações: interrupção da partida, retirada de jogadores aos vestiários e suspensão definitiva do jogo.
A campanha reforça a mensagem de incentivo ao comportamento respeitoso nos estádios, buscando reduzir atos discriminatórios durante o torneio mundial. A mobilização envolve torcedores, jogadores e a organização responsável pelo futebol mexicano.
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