- Mauro Cezar, no Posse de Bola do Canal UOL, afirmou que o Flamengo trocou um bom técnico por outro bom técnico e que Filipe Luís é melhor que Leonardo Jardim.
- Após a derrota para o Palmeiras, ele disse que o time perdeu características defensivas e ofensivas que tinha com o ex-treinador e citou falhas de Rossi em lances aéreos.
- O comentarista apontou a expulsão de Carrascal como o momento que mudou o jogo, dizendo que o jogador “enterrou o time” e que a culpa é dele, não da arbitragem.
- Sobre a leitura de jogo, sugeriu que o Flamengo deveria ter fechado uma linha de cinco e entregado mais a bola ao Palmeiras, indicando falha de leitura de Jardim.
- Também cobrou avaliação de Rossi na posição de goleiro, com possível competição interna ou reforço, devido a falhas em bolas aéreas e cabeceios.
Mauro Cezar avaliou no programa Posse de Bola, do Canal UOL, que o Flamengo trocou um bom técnico por outro, mas acabou ficando pior. O comentarista afirmou que Filipe Luís é melhor que Leonardo Jardim, após a derrota para o Palmeiras.
Ele ressaltou que o Flamengo perdeu características presentes sob o ex-treinador, sobretudo no jogo aéreo defensivo e ofensivo, e citou a atuação de Rossi como ponto de atenção. A expulsão de Carrascal foi apontada como fator determinante para o desfecho do duelo.
Cezar criticou a atuação do volante Carrascal, dizendo que, após revisões, não houve espaço para discutir a expulsão e qualificou o ato como decisivo para o resultado. Segundo ele, o jogador comprometeu o desempenho da equipe.
O comentarista sugeriu que o Flamengo deveria ter adotado uma linha de cinco defensiva para conter o Palmeiras e abriu a questão sobre a leitura tática de Jardim. A troca de treinador foi tratada como elemento central da análise.
Rossi foi citado como ponto de preocupação, com menção a falhas em lances de bola aérea. O time pode precisar avaliar a titularidade ou buscar alternativas internas de competição na posição.
Análise sobre desempenho e ajustes
O presidente da avaliação recai sobre a gestão de peças, com a sugestão de repensar a organização defensiva e a participação de Carlos Miguel no gol. As críticas incluem necessidade de ajustes na leitura do jogo e na montagem tática.
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