- Mauricio Pochettino revelou oficialmente a lista de 26 jogadores da USMNT para a Copa do Mundo de 2026, confirmando o vazamento anterior.
- A relação não trouxe grandes surpresas, mas houve algumas escolhas questionáveis segundo analistas.
- O meio-campo central aparece mais curto: apenas quatro volantes reconhecidos, elevando dúvidas sobre a configuração tática e opções caso haja lesões.
- Pochettino optou por Gio Reyna em vez de Diego Luna, privilegiando o potencial de Reyna mesmo com o rendimento de clube abaixo do esperado.
- O elenco de zaga é numeroso, com dez defensores, o que sustenta a ideia de um sistema de cinco em linha com três zagueiros e dois laterais.
- Jovens talentos surgem no cenário nacional, mas nenhum deles foi chamado para o Mundial neste momento, mantendo o foco em 2030 para novas opções.
O técnico Mauricio Pochettino confirmou nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, a lista final de 26 jogadores da equipe masculina dos Estados Unidos para a Copa do Mundo de 2026. A convocação ocorreu após a divulgação prévia, que acabou se confirmando. A seleção norte-americana passa a definir a sua participação no mundial com elenco completo.
A divulgação ocorreu pouco depois de vazamento envolvendo a equipe, que já havia sido divulgado no fim de semana. A confirmação oficial manteve as mesmas 26 opções já divulgadas, segundo reportagens de veículos britânicos. Pochettino afirmou que o grupo é o melhor para buscar o sucesso na competição.
A seleção possui 3 goleiros, 10 defensores, 6 meio-campistas e 7 forwards na composição. Entre os nomes, aparecem jogadores de ligas da Europa, da MLS e de clubes no exterior, com foco em versatilidade e equilíbrio tático.
Liste completa da USMNT para a Copa
Goleiros (3): Chris Brady, Matt Freese, Matt Turner.
Defensores (10): Max Arfsten, Sergiño Dest, Alex Freeman, Mark McKenzie, Tim Ream, Chris Richards, Antonee Robinson, Miles Robinson, Joe Scally, Auston Trusty.
Meio-campistas (6): Tyler Adams, Sebastian Berhalter, Weston McKennie, Gio Reyna, Cristian Roldan, Malik Tillman.
Atacantes (7): Brenden Aaronson, Folarin Balogun, Ricardo Pepi, Christian Pulisic, Tim Weah, Haji Wright, Alejandro Zendejas.
Meio-campo central sob pressão
A ausência de Aidan Morris, de Middlesbrough, reforça o desafio no meio-campo. Tanner Tessmann e Johnny Cardoso ficaram de fora, restando apenas quatro meias reconhecidos: Adams, Berhalter, Roldan e McKennie. Tillman e Reyna podem atuar mais avançados.
A escolha pode exigir mudanças na forma de jogar, com o potencial de McKennie ter menos liberdade para explorar o campo. Roldan e Berhalter também elevam o desafio técnico para substituir titulares consagrados.
A opção por Gio Reyna e Diego Luna
Pochettino optou por Gio Reyna, deixando Diego Luna de fora. Reyna, de 23 anos, é visto como jogador com teto maior, mesmo em evidência irregular no clube. A decisão indica confiança no desempenho recente da equipe, apesar de Luna ter sido útil em várias funções.
A ausência de Luna é considerada dura para o jogador, que atuou em 17 das 18 partidas da USMNT no ano anterior. A escolha privilegia o potencial de Reyna diante de luna, segundo análise de imprensa.
Defesa numerosa e desenho tático
A lista traz 10 defensores, sinalizando possibilidade de manter linha de cinco com três zagueiros e dois laterais. Entre os cotados, destacam-se Richards, Robinson e Dest, com opções como Trusty e Scally no elenco. A consistência defensiva segue assunto de debate entre especialistas.
Apesar de dúvidas recentes sobre o desempenho defensivo, o técnico terá alternativas para compor a linha de retaguarda conforme a adversidade. A defesa é vista como o setor com maior segurança relativa entre os nomes selecionados.
Jovens na reserva chegam até 2030
No início da MLS, surgiram promessas como Zavier Gozo, Julian Hall e Adri Mehmedi, que mostraram evolução em 2026. A possibilidade de chamadas futuras é citada por analistas, mas, nesta lista, nenhum dos jovens foi chamado para o Mundial.
No mesmo contexto, Noahkai Banks avaliou opções de carreira internacional, mas confirmou escolha por não participar do Mundial, mantendo portas abertas para futuras convocações.
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