- Em 2006, Arsenal perdeu a final da Liga dos Campeões contra o Barcelona após a expulsão de Jens Lehmann, com Eto’o abrindo o placar e Belletti marcando o gol da vitória nos minutos finais.
- A vitória da final em Paris marcou o fim de uma Era, com a equipe lutando para manter o status de potência global mesmo após a inauguração do Emirates Stadium em 2006.
- O clube enfrentou dívidas e dificuldades financeiras para financiar o novo estádio, contando com parcerias e empréstimos para sustentar o projeto, enquanto grandes saídas de jogadores ajudaram a desacelerar o desempenho.
- Com a saída de atletas-chave e mudanças na gestão, o Arsenal não teve trophy entre 2005 e 2014, em meio a uma evolução do futebol com foco em estruturas, diretorias e investimentos de rivais.
- Hoje, sob o comando de Mikel Arteta, o Arsenal busca fechar o ciclo de redenção ao chegar a uma final de Liga dos Campeões e visar o primeiro título da competição, em Budapeste.
Arsenal tenta fechar um capítulo de 20 anos sem título da Liga dos Campeões ao chegar à final em Budapeste, sob a gestão de Mikel Arteta. A equipe busca redenção após uma trajetória marcada por derrotas, mudanças de estádio e crises financeiras.
Em 2006, a decisão foi em Paris contra o Barcelona. Lehmann levou cartão vermelho aos 18 minutos, prejudicando o time. Eto’o abriu o placar, Belletti completou aos 80 minutos e o título ficou com os catalães.
Na memória fica a decepção de Londres, enquanto o elenco vivia os últimos momentos da era Wenger com jogadores como Vieira, Henry, Bergkamp e Pires se despediando. A transferência do novo estádio consolidou a espera por conquistas.
Contexto financeiro e construção do novo Arsenal
A construção do Emirates Stadium elevou dívidas e exigiu venda de ativos para manter o equilíbrio. O clube enfrentou dificuldade de crédito em meio ao crescimento de rivais como Chelsea e Manchester City.
Os altos custos de financiamento, negociações com bancos e acordos de patrocínio sustentaram o clube, mas também pressionaram o elenco. Quedas de estrelas como Cole, Touré e Clichy foram marcantes e mudaram o ciclo esportivo.
Mudança de era e reconstrução
A saída de Dein em 2007 intensificou a turnê de reconstrução. A gestão passou a buscar novas fontes de receita e mudanças de governança. Arteta, que chegou em 2019, liderou a equipe até a conquista da FA Cup em 2014 e além.
Hoje, a esperança está na final de Champions, a primeira desde aquele sonho interrompido em Paris. A torcida acompanha o caminho do time, com planejamento financeiro mais estável e uma nova geração em ascensão.
O que está em jogo nesta decisão
Para a Arsenal, vencer a Champions representaria a conclusão de uma jornada de recuperação após anos de oposição financeira, exaustão de elenco e mudanças estruturais. O foco é manter a disciplina tática de Arteta.
A imprensa acompanha o duelo em Budapeste, confirmando que o time precisa manter o equilíbrio entre ambição ofensiva e solidez defensiva. O objetivo é transformar o esperado título em realidade prática.
Entre na conversa da comunidade