- A 777 Carioca acionou a Justiça para impedir qualquer medida do empresário Marcos Lamacchia ligada à venda da SAF do Vasco, mantendo o alerta sobre possíveis contestações legais futuras.
- A empresa afirma possuir 70% das ações da SAF do Vasco e acusa a diretoria de negociar a transferência de forma ilícita, desrespeitando os direitos da acionista majoritária.
- A 777 diz que a liminar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro apenas suspendeu direitos políticos e econômicos, e que o litígio principal segue em arbitragem, sem veredito definitivo.
- A interpelação busca impedir que Lamacchia alegue desconhecimento da disputa jurídica caso avance com as negociações.
- Existe acordo em estudo para venda de cerca de 90% das ações por aproximadamente R$ 2 bilhões, mas persiste divergência, principalmente sobre o reinvestimento da receita de venda em contratações.
A 777 Carioca acionou a Justiça para impedir que o empresário Marcos Lamacchia realize qualquer medida ligada à venda da SAF do Vasco. A empresa teme que transações envolvendo o controle do futebol vascaíno gerem contestações legais no futuro. A informação foi publicada inicialmente pelo blog do Lauro Jardim, no O Globo.
A 777 Carioca afirma ser proprietária de 70% das ações da SAF do Vasco. O documento enviado ao Judiciário acusa a diretoria do clube de negociar a transferência da SAF para Lamacchia de forma ilícita, ignorando os direitos da acionista majoritária.
Alega ainda que a liminar do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu apenas seus direitos políticos e econômicos, enquanto o litígio principal corre em arbitragem, sem veredito definitivo. Mesmo com esse cenário, aponta que a diretoria age como se a investidora já tivesse sido expulsada do negócio.
Detalhes da disputa
A 777 notificou Marcos Lamacchia formalmente para informar sobre o impasse e evitar que o empresário alegue desconhecimento da disputa caso avance com as negociações. A empresa também ressalta a necessidade de esclarecer a cadeia societária envolvida no negócio.
Sobre o Vasco e Lamacchia, as negociações para venda da SAF seguem com divergências. Um ponto de discórdia é o destino da receita obtida com a venda de jogadores: a diretoria quer reinvestir em contratações, enquanto Lamacchia não concorda plenamente.
A proposta em curso envolve aproximadamente 2 bilhões de reais por 90% das ações da SAF. As tratativas permanecem em aberto, com a expectativa de solução pelos mecanismos legais e arbitragem em andamento.
Fonte inicial: blog de Lauro Jardim, O Globo. A reportagem não cita contatos ou e-mails de outros portais e ressalta que o conteúdo é oriundo de fontes públicas ligadas ao processo.
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