- André “Rabecão” trabalha há quase 25 anos na portaria da Granja Comary, onde fica a estrutura da Seleção Brasileira.
- Em um momento no vestiário, ele tirou foto com Romário, que lhe deu uma garrafa de Gatorade; o porteiro lembra o atacante como “o melhor do mundo”.
- Jovens da base, como Alexandre Pato, conversavam com os funcionários; Renato Augusto e Arouca também apareciam para tirar fotos e fazer a resenha.
- Em um treino, um grupo da Vila Cruzeiro foi até a portaria para falar com Adriano Imperador; o atleta recebeu os visitantes.
- Rabecão recorda Denir, ex-massagista do Flamengo e da Seleção, que morreu em 2024, destacando a convivência marcante no local.
Porteiro da Granja Comary, André Rabecão, compartilha relatos sobre a convivência com atletas da Seleção Brasileira no condomínio em Teresópolis. Em quase 25 anos de atuação na guarita, ele acompanhou mudanças no fluxo de visitantes e no acesso aos espaços dedicados aos jogadores.
Em um episódio marcado pela proximidade com ídolos, Rabecão relembra um momento em que Romário, então ídolo da torcida, interagiu com a equipe de portaria. Segundo ele, o encontro veio acompanhado de um presente simples, mas simbólico, ainda durante a passagem do Baixinho pelos vestiários.
Ainda na linha das memórias, o porteiro cita o relacionamento com jovens atletas das categorias de base. Entre eles, Alexandre Pato recebia atenção dos funcionários e mantinha conversas descontraídas. Renato Augusto e Arouca também apareciam, chegando de ônibus e participando de rodas de bate-papo.
Momentos marcantes na convivência com ídolos
Outro relato envolve Adriano Imperador. Em treinamento, um grupo de amigos do jogador, vindo da Vila Cruzeiro, apareceu na portaria com o objetivo de falar com o atacante. O técnico da época autorizou o contato, destacando o lado acessível do jogador com o público.
Além dos atletas, Rabecão lembra de Denir, massagista que atuou no Flamengo e na Seleção e que faleceu em 2024. O porteiro recorda os deslocamentos do amigo pela serra a bordo de um fusquinha, sempre com conversas que fortaleciam laços entre funcionários e membros da equipe.
As histórias reforçam a rotina de uma das casas-chave da infraestrutura da seleção brasileira, onde o contato entre moradores, trabalhadores e atletas contribuía para a ideia de um espaço de convivência próximo ao público. Rabecão afirma manter viva a lembrança de esses momentos e das relações que marcaram sua carreira.
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