- O Boca Juniors foi eliminado pela Universidad Católica na Libertadores de 2026, ampliando a sequência de fracassos em casa na Bombonera.
- Desde março de 2025, o time caiu cinco vezes dentro da Bombonera, incluindo eliminações para Alianza Lima, Independiente, Racing e Huracán.
- A equipe não conquista a Liberta há duas décadas, com o último título vencido em 2007.
- A gestão de Juan Román Riquelme, ídolo como jogador, tem sido alvo de críticas após campanhas sem títulos desde que assumiu a presidência.
- A Bombonera, antes símbolo de viradas e noites históricas, passou a carregar a imagem de crise esportiva do clube.
Durante a Libertadores de 2026, o Boca Juniors foi eliminado pela Universidad Católica, ampliando uma sequência negativa que preocupa a torcida. O clube líder em valor histórico na Bombonera viu o sonho de retomar o protagonismo internacional ficar mais distante.
Desde março de 2025, o Boca caiu cinco vezes dentro de casa, incluindo eliminações por Alianza Lima, Independiente, Racing e Huracán. O ciclo recente evidencia uma queda de performance e de impacto no cenário sul-americano.
A imagem pública do Boca sofreu com o período sem título da Libertadores, que não acontece desde 2007. O clube segue sem comemorar taça sob a presidência de Juan Román Riquelme, apesar da promessa de recolocar a instituição entre os grandes.
Gestão, projeções e mudanças no estádio
Desde a chegada de Riquelme, o Boca enfrentou derrotas nas semifinais da Copa da Liga e da Copa Argentina em 2024, além de eliminações nas oitavas da Sul-Americana. Em 2025, houve quedas na Libertadores e na Copa Argentina, com desempenho parcial ainda menor em 2026, reforçando o desafio de reconquistar o timing internacional.
A Bombonera, que já foi símbolo de viradas históricas, passa por uma fase de abalos de confiança. A soma de resultados ruins em casa se tornou uma marca recente, diferente do papel dominante que o clube exerceu no início dos anos 2000.
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