- A Copa do Mundo de 2026 será realizada no Canadá, Estados Unidos e México com quarenta e oito seleções, começando em onze de junho.
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- As previsões indicam calor extremo e risco de chuvas fortes nas cidades-sede, incluindo Texas, Califórnia e Flórida, durante o verão no Hemisfério Norte.
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- Um estudo de dois mil e vinte e cinco aponta que quatorze das dezesseis cidades-sede devem exceder o limite extremo de WBGT de vinte e oito graus Celsius se as condições forem típicas.
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- A WBGT (Temperatura Global de Bulbo Úmido) combina temperatura, umidade, radiação solar e vento para medir o estresse térmico, e autoridades consideram acima de vinte e oito graus Celsius como limite para adiamento ou cancelamento de jogos.
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- Mesmo com jogos em horários diferentes e estádios com ar-condicionado, especialistas dizem que a programação sozinha não resolve o problema e pedem medidas adicionais à Fifa para proteger atletas e público.
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada no Canadá, EUA e México, promete ser a maior da história. O calor extremo é apontado como o maior desafio para 48 seleções que disputam o torneio, que começa em 11 de junho. As cidades-sede devem enfrentar temperaturas altas, principalmente no meio da tarde.
Especialistas destacam que condições de calor intenso podem comprometer saúde e desempenho dos jogadores. Em torneios anteriores na América do Norte, relatos sobre sufocamento climático levaram a debates sobre medidas de proteção. Técnicos e atletas descrevem quedas de ritmo e maior fadiga em partidas.
O que mudou neste contexto
Estudo recente aponta que boa parte das 16 cidades previstas tende a exceder o limiar de 28°C de WBGT em condições típicas de verão. A WBGT, que soma calor, umidade, radiação e vento, serve como referência para decidir adiamentos ou ajustes de horários.
Por que o horário de jogos não basta
Mesmo com mudanças de horário, o risco permanece alto em horários de pico, especialmente em Miami, Kansas City e outras sedes. Partidas ao pôr do sol ainda podem enfrentar WBGT acima de 28°C, e situações extremas podem exigir novas regras.
Medidas em estudo
O consenso científico recomenda ampliar pausas de hidratação e resfriamento, além de critérios mais claros para adiar jogos. Há propostas de reduzir o limiar de intervenção da WBGT e de tornar mais rápida a resposta a condições perigosas.
O papel da FIFA e o cenário futuro
Organizadores limitam-se a intervalos de hidratação de três minutos. Pesquisadores e médicos pedem ações mais rápidas diante de ondas de calor cada vez mais frequentes. O torneio pode servir de teste sobre como o futebol se adapta a um clima em mudança.
Impacto além do campo
A proteção não abrange apenas atletas. Torcedores, equipes técnicas, árbitros e torcedores que acompanham as partidas ao ar livre também enfrentam riscos. Estádios com ar-condicionado ajudam, mas não eliminam a exposição externa durante deslocamentos e festas.
Considerações finais
Especialistas alertam que o simples ajuste de horários pode não ser suficiente a longo prazo. A Copa de 2026 pode impulsionar mudanças mais profundas, incluindo novas regras e planejamento de competições em meses menos quentes, conforme a tendência de aquecimento global se intensifica.
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