- Matheus Cunha afirmou, no terceiro dia de treinos da seleção em Teresópolis, que Neymar está com lesão grau dois na panturrilha direita, mas deve chegar bem ao Mundial.
- Cunha ressaltou a tristeza pela ausência de outros jogadores, como Estêvão, Militão e Rodrygo, e disse que a equipe permanece unida em busca do objetivo comum.
- Sobre a camisa número dez, o atacante do Manchester United disse que o número é irrelevante e que o importante é vestir a camisa com orgulho e ajudar o grupo.
- Ele comentou sobre suas origens, a expectativa de disputar a Copa do Mundo e o ajuste tático com o treinador Carlo Ancelotti, sem entrar em detalhes técnicos.
- Na disputa pelo ataque, Cunha disse que a responsabilidade e as oportunidades dependem do treinador e que todos os jogadores, incluindo o jovem Rayan, têm chance de atuar.
Matheus Cunha comentou a lesão de Neymar, anunciada como grau 2 na panturrilha direita, durante o terceiro dia de treinamentos da seleção brasileira em Teresópolis, visando a Copa do Mundo. Cunha disse que a ausência inicial de Neymar preocupa, mas confia que o companheiro chegará bem ao Mundial.
O atacante do Manchester United afirmou que a lesão de Neymar abre oportunidade para o grupo seguir com foco no objetivo comum. Cunha mencionou ainda que a seleção pode enfrentar dificuldades, mas mantém a união para superar os momentos difíceis.
Sobre a camisa 10, Cunha disse que o tema é irrelevante para o grupo, desde que todos estejam bem. Ele destacou que vestir a camisa é motivo de orgulho independentemente do número, e comentou a volta de Neymar com emoção e expectativa.
Preparação e papel no time
Cunha falou sobre suas origens e a experiência de disputar a Copa do Mundo, destacando a responsabilidade de representar o país. O jogador elogiou a liderança de Carlo Ancelotti e Rodrigo Caetano, ressaltando a importância de decisões técnicas para o momento da equipe.
Ajustes táticos e concorrência pela posição
O atacante comentou que sua função no clube, com flutuação entre linhas, tem compatibilidade com o que o técnico pode pedir no time. Ele citou que o grupo tem alternância de opções no ataque, e que o momento exige adaptação para qualquer função solicitada.
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