- Filipe Luís fechou com o Monaco, rejeitando Bayer Leverkusen, São Paulo, Atlético e Cruzeiro, após ser convencido pelo empresário Jorge Mendes.
- O clube francês, controlado por Dmitry Rybolovlev e a família Grimaldi, garantiu carta branca para reformular o elenco, com 150 milhões de euros em reforços (cerca de R$ 880 milhões).
- O contrato vai até junho de 2028, e ele terá duas temporadas para colocar em prática o plano de chegar à Champions League de 2027/2028 e desafiar o PSG.
- Como ainda não possui Licença UEFA PRO, o auxiliar espanhol Ivan Palanco assinará as súmulas como técnico principal.
- O Moncao conta com Thiago Scuro, diretor-geral de futebol, na reformulação; não há garantia de duas estrelas midiáticas, Progba e Ansu Fati, permanecerem.
Filipe Luís passou por um processo de decisão que o levou a escolher o Monaco para iniciar sua carreira como treinador na Europa. O ex-treinador do Flamengo rejeitou propostas de Bayer Leverkusen, São Paulo, Atlético de Madrid e Cruzeiro, segundo apurações. A orientação partiu do seu empresário, o português Jorge Mendes, que enxergou no principado francês a possibilidade de um recomeço estruturado.
A decisão ganhou apoio direto de Dmitry Rybolovlev, dono do clube, que concedeu ao treinador uma carta branca para promover uma profunda reformulação. Mendes, próximo de Rybolovlev, foi crucial para assegurar esse aval e manter Filipe Luís no projeto. A relação entre o empresário e o investidor russo pesou na escolha.
O Monaco apresentou compromisso financeiro ambicioso: 150 milhões de euros para reforços, o equivalente a cerca de 880 milhões de reais. O objetivo declarado é montar um elenco capaz de desafiar o domínio do Paris Saint-Germain e, ao menos, disputar a Champions League na temporada 2027/2028. Filipe Luís assinou contrato com duração até junho de 2028.
O treinador fará a estreia no comando do Monaco após a Copa do Mundo. O time terminou a última Ligue 1 em sétimo lugar, o que o coloca na UEFA Conference League. Essa posição também motiva a reformulação anunciada pelo clube, com foco em competitividade continental.
A estrutura do corpo técnico também é alvo de mudanças. Como Filipe Luís ainda não possui a Licença PRO da UEFA, o auxiliar espanhol Ivan Palanco assinará a súmula dos jogos como se fosse o técnico principal. Thiago Scuro, brasileiro, atua como diretor-geral de futebol do Monaco e terá papel central no planejamento.
Entre as incógnitas está a permanência de estrelas midiáticas, como Progba e Ansu Fati, no elenco do Monaco. O treinador exigiu e deverá ter carta branca para indicar entradas e saídas. A gestão do clube estuda o perfil de reforços que se encaixem na estratégia de longo prazo anunciada.
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