- A final da Champions League reúne Arsenal e Paris Saint-Germain, com Marquinhos e Gabriel Magalhães formando a dupla de zaga que simboliza a defesa-chave para o Brasil na Copa do Mundo de 2026.
- A decisão ocorre na Puskás Arena, em Budapeste, neste sábado, às 13h (de Brasília), e terá 28 jogadores já convocados para a Copa. A França lidera a lista com seis representantes.
- No total, o Arsenal terá quinze jogadores no Mundial e o PSG contará com treze; ainda há possibilidade de alterações devido a convocação de atletas equatorianos.
- O PSG chega à final com o melhor ataque da Champions, com quarenta e quatro gols em dezesseis partidas, enquanto o Arsenal tem a defesa menos vazada, com seis gols sofridos até a decisão.
- Para o técnico Carlo Ancelotti, a combinação entre experiência, solidez defensiva e talento ofensivo é a base para o Brasil ter chances de título mundial.
A final da Champions League entre Arsenal e Paris Saint-Germain, neste sábado, em Budapeste, reúne a dupla de zaga da seleção brasileira que Carlo Ancelotti aponta como peça-chave para o Brasil na Copa do Mundo de 2026. Marquinhos, capitão do PSG, e Gabriel Magalhães, titular do Arsenal, formam a base defensiva que o treinador italiano valoriza.
O duelo em território húngaro serve como aquecimento para o Mundial, com 28 jogadores já convocados por seleções classificadas para a competição na América do Norte. A França lidera a lista com seis representantes, sinalizando a força defensiva e ofensiva do continente.
Na competição, o Arsenal terá 15 jogadores no Mundial, enquanto o PSG contará com 13. A lista pode crescer, pois há atletas do Equador com expectativa de convocação oficial. Entre os convocados aparecem David Raya, Saliba, Rice, Saka, Havertz e Zubimendi pelo Arsenal; Hakimi, Vitinha, João Neves, Dembélé e Gonçalo Ramos pelo PSG.
Marquinhos ressalta foco total na final da Champions, mesmo com a proximidade da Copa. O defensor destaca a oportunidade de conquistar o troféu pela segunda vez consecutiva, já que o PSG chega como atual campeão. Acompanhar esse momento é visto como passo relevante para o objetivo brasileiro na Copa do Mundo.
Para a conquista do Mundial, a dupla de zaga já tem histórico de desempenho conjunto sob Ancelotti. Quando atuaram juntos, as vitórias foram recorrentes e o Brasil passou a depender da estabilidade defensiva exibida por Marquinhos e Gabriel. Em Budapeste, essa composição pode refletir o equilíbrio entre experiência, solidez e talento desejado pelo treinador.
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