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Goldman Sachs projeta Brasil em 4º lugar na Copa do Mundo

Goldman Sachs aponta Brasil em quarto na Copa, eliminado pela Argentina na semifinal; Espanha é a favorita ao título

Os economistas do Goldman Sachs destacam que o poder estatístico do modelo é limitado diante da "imprevisibilidade" inerente ao futebol; na imagem, a seleção brasileira masculina de futebol
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  • Goldman Sachs projeta o Brasil nas semifinais, mas eliminado pela Argentina, ficando em quarto lugar no Mundial.
  • Espanha aparece como favorita ao título, com 26% de probabilidade; França tem 19%, Argentina 14% e Brasil 8%; Inglaterra, 5%.
  • A final prevista pelo modelo seria entre Espanha e Argentina, com a Espanha campeã.
  • No mercado de apostas Polymarket, Espanha e França aparecem empatadas como favoritas, cada uma com 17%; Brasil e Argentina aparecem com 9% juntos.
  • O modelo admite limitações, citando a imprevisibilidade do futebol e não considerando fatores como condição física, momento dos jogadores e experiência dos treinadores.

O Goldman Sachs divulgou sua análise matemática sobre a Copa do Mundo de 2026. Segundo o modelo, o Brasil fica em 4º lugar, sendo eliminado pela Argentina na semifinal. Espanha é apontada como favorita ao título, seguido por França e Argentina. Data da divulgação: 29 de maio de 2026.

A projeção inclui que a final será Espanha contra Argentina, com a Espanha como provável campeã. O Brasil aparece com 8% de chance de levantar o troféu, atrás de Espanha (26%), França (19%) e Argentina (14%). Inglaterra soma 5%.

Projeções e cenários

O estudo projeta que o Brasil venceria Marrocos, Haiti e Escócia na fase de grupos e enfrentaria Japão, Noruega e Inglaterra no mata-mata. Nas semifinais, o confronto seria Brasil x Argentina, com derrota brasileira na decisão de 4º lugar frente a França.

Limitações do modelo

Economistas destacam a limitada capacidade preditiva do modelo diante da imprevisibilidade do futebol. Não são considerados condicionamento físico, momento dos atletas ou experiência dos técnicos. Em 2022, o mesmo modelo indicava Brasil como favorito com 24% e acabou eliminando-se nas quartas. A Argentina foi a campeã.

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