- Danilo Lavieri afirma que as narrativas da CBF, do Santos e de Neymar não se sustentaram, especialmente após a coletiva de Lasmar, que revelou lesão grau 2 com ausência de duas a três semanas.
- O comentarista questiona como a seleção aceitou um laudo por escrito sem as imagens, já que, segundo ele, há contato diário com clubes e departamentos médicos.
- Lavieri critica a postura da CBF, dizendo que a instituição tenta se apresentar como vítima, o que ele não aceita.
- Sugere que, desde o início, a convocação teria sido uma decisão de liderança política e não apenas de performance, evitando assim narrativas incompletas.
A declaração da CBF sobre a lesão de Neymar foi alvo de questionamentos de Danilo Lavieri, que avaliou no programa Posse de Bola, do Canal UOL, que as narrativas da entidade, do Santos e do jogador não se sustentaram com o passar dos dias. O comentarista aponta contradições na condução do tema e aponta a evolução médica como responsável pela mudança de tom.
Segundo Lavieri, a revelação médica mais recente derrubou as informações anteriores, ao afirmar que Neymar sofreu uma lesão grau 2, com expectativa de afastamento de duas a três semanas. Ele entende que essa confirmação desfez parte das versões veiculadas anteriormente.
O comentarista criticou também o modo como surgiu o laudo apresentado como definitivo, sem imagens, e questionou o contato entre a CBF e clubes durante a preparação. Para ele, a entidade estaria tentando se posicionar como vítima, o que ele não aceita.
Lavieri sugeriu a adoção de uma leitura diferente desde o começo, defendendo que a convocação de Neymar foi uma decisão política de liderança, não apenas uma questão de desempenho imediato. Apondo esse enfoque, ele indicou que a narrativa poderia ter sido construída de modo mais transparente desde o início.
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