- Marquinhos lidera o Paris Saint-Germain na final da Liga dos Campeões contra o Arsenal, neste sábado, em Budapeste.
- A final europeia tem peso semelhante ao da Copa do Mundo de 2026 para o zagueiro de 32 anos.
- O PSG busca o bicampeonato consecutivo após a goleada sobre a Inter de Milão na temporada passada.
- Marquinhos afirma que não pode desacelerar e destaca o respeito ao Arsenal, elogiando o rival inglês.
- No Mundial, o brasileiro terá a missão inédita de vestir a braçadeira de capitão da seleção em uma edição disputada nos EUA, México e Canadá.
Marquinhos está à frente do Paris Saint-Germain na final da Liga dos Campeões contra o Arsenal, neste sábado, na Puskás Arena, em Budapeste. A decisão ocorre em meio à proximidade da Copa do Mundo de 2026, que começa em breve no Catar.
O zagueiro de 32 anos assume o papel de líder do PSG e busca o bicampeonato consecutivo. A equipe francesa tenta manter o domínio europeu após a goleada sobre a Inter de Milão na temporada passada.
Mesmo com o Mundial próximo, Marquinhos afirma que a final tem peso igual ao torneio entre seleções. O capitão ressalta a importância de manter concentração e entregar o máximo em campo.
O brasileiro não pretende frear o ritmo, apesar do risco de lesão antes da estreia da seleção brasileira contra Marrocos, em 15 dias. Ele valoriza a força do Arsenal e admite cautela, sem abrir mão da intensidade.
Marquinhos tem experiência mundial, participou de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar). Nesta edição, ele terá a responsabilidade inédita de vestir a braçadeira de capitão pela seleção brasileira no Mundial.
Além de Marrocos, o Brasil compõe o grupo C com Haiti e Escócia. A competição entre seleções está programada para começar em território norte-americano, mexicano e canadense.
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