- Matheus Cunha veste a camisa 10 do Manchester United; na seleção brasileira, o número já foi usado por Rodrygo, Raphinha e Vinícius Júnior, e Neymar deve retomá-lo no Mundial.
- Em entrevista na Granja Comary, ele disse que o número é irrelevante e que é gratificante disputar o Mundial pela primeira vez.
- Sobre o papel tático, Cunha afirmou estar mais próximo do que faz no clube, com flutuação entre linhas e atuação, em muitos momentos, como meia.
- Ele prefere não se prender a uma posição fixa e ressalta que as formações mudam durante o jogo, exigindo adaptações.
- Mesmo em um sistema 4-4-2, Cunha atua aberto pela esquerda e participa da criação, ajudando o Bruno Fernandes.
Matheus Cunha afirmou que o número da camisa é irrelevante para ele. Em entrevista na Granja Comary, na manhã de 29, o atacante explicou que vestir a 10 não define o desempenho da seleção ou do jogador.
Na prática, Cunha veste a 10 no Manchester United, mas o Brasil já teve outros nomes com a faixa, como Rodrygo, Raphinha e Vinícius Júnior. A expectativa para a Copa do Mundo aponta Neymar de volta ao número tradicional.
O jogador destacou que sua função na seleção tem semelhanças com o que faz no clube. Ele falou sobre flutuação entre linhas e atuação como meio-campo em momentos do jogo, variando conforme o rival.
Função tática
A adaptação tática é mencionada pelo atleta como parte do alto nível do futebol. Cunha ressaltou que a equipe pode mudar a função durante a partida conforme a formação adversária.
Mesmo com um esquema definido, Cunha disse que nem sempre é possível prender o jogador a uma posição fixa. Ele citou cenários de marcação, criação e variações entre as linhas durante o confronto.
Entre na conversa da comunidade