- Tim Ream é apontado como favorito para ser o capitão da seleção dos EUA na Copa do Mundo de 2026, com maior frequência de liderar sob o comando de Mauricio Pochettino.
- O técnico tem alternado os capitães em jogos-treino, tendo formado opções como Christian Pulisic e Chris Richards recentemente.
- Ream já cumpriu esse papel 16 vezes em 23 jogos sob Pochettino, tornando-se o líder de maior recorrência no grupo.
- Outros jogadores com passagem de liderança em clubes incluem Miles Robinson, Cristian Roldan, Alejandro Zendejas, Auston Trusty, Antonee Robinson, Weston McKennie e Matt Turner; na seleção, a escolha ainda não foi oficializada.
- Caso confirme a braçadeira, Ream seria o jogador mais velho a atuar em Copas do Mundo pela equipe dos EUA, reforçando seu papel de referência dentro do elenco.
Tim Ream aparece como favorito para ser o capitão da seleção masculina dos EUA neste verão, conforme a preparação para o Mundial de 2026 avança. A dúvida sobre quem carrega o brazalete ocorre mesmo com Mauricio Pochettino à frente da equipe, que já variou a faixa ao longo dos amistosos.
Pochettino tem a atribuição de liderar o time no banco e, no campo, a responsabilidade de capitania recai sobre o jogador. Ainda não houve anúncio oficial, e os jogadores também não definiram quem irá vestir o símbolo na Copa.
Tyler Adams, meio-campista que capitaneou a equipe no Mundial de 2022, afirmou que qualquer designação é uma honra e que liderar é parte do que faz o grupo funcionar, independentemente do brazalete. A decisão envolve fatores de experiência, convivência europeia e presença diária.
Fatores que pesam na escolha
Entre os nomes apontados, Ream, defensor de 38 anos do Charlotte FC, liderou o time com maior frequência sob o comando de Pochettino — 16 de 23 jogos. O técnico elogiou o futebol europeu vivido pelo jogador, além de seu caráter e valores.
Ainda que Poultições recentes tenham mostrado capitães em amistosos, como Christian Pulisic e Chris Richards, Ream é visto como o candidato mais estável. Outros líderes de clubes da MLS ou do exterior aparecem como alternativas, mas com menos consistência na relação com a equipe nacional.
Landon Donovan, ex-atacante da seleção, disse que a dinâmica atual difere das Copas passadas, pela ausência de um grupo claro de capitães de clubes. Ele sugeriu que um capitão único pode fazer diferença, mas ressaltou que a liderança pode existir em vários integrantes do elenco.
Caso Ream seja confirmado, ele se tornará o jogador mais velho a atuar pela primeira vez pela equipe dos EUA em uma Copa do Mundo, superando o recorde próximo de Fernando Clavijo em 1994. A escolha envolve também o papel de guia durante entrevistas e cobranças com o árbitro.
Pochettino, por sua vez, tem mostrado abertura a surpresas. Questionado sobre a função de capitão, repetiu que a liderança envolve coesão e energia do grupo, sem limitar-se a uma posição específica. O treinador enfatizou que a liderança pode surgir de diferentes formas dentro da equipe.
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