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Virginia não ocupa espaço na Copa; mulheres no jornalismo esportivo ganham mais

Desigualdade de gênero nas redações esportivas ganha foco com a participação de Virginia Fonseca na cobertura da Copa, evidenciando limitações do jornalismo profissional

Influenciadora Virginia Fonseca
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  • Virginia Fonseca participará na Copa do Mundo como “repórter” de entretenimento, não jornalista nem especialista de futebol.
  • A cobertura deve envolver mais de dez mil credenciais de imprensa, segundo estimativas da organização; para a convocação da seleção brasileira, foram cerca de setecentos jornalistas.
  • A Globo planeja enviar mais de cem profissionais à cobertura, entre repórteres, apresentadores, comentaristas e técnicos; outros grupos de comunicação também já anunciaram equipes grandes.
  • Ela não é a primeira não jornalista a cobrir uma Copa na Globo; exemplos anteriores incluem Susana Werner (1998), Débora Secco (2022) e Jojo Todynho, além de Karoline Lima em outra função.
  • O texto aborda o machismo no jornalismo esportivo e questiona o papel das mulheres na área, destacando desigualdade nas redações e nos espaços de poder, sem elogiar ou defender posições.

Virginia Fonseca foi anunciada como repórter de entretenimento do Domingão na cobertura da Copa do Mundo, pela Globo. Ela não é jornalista nem especialista em futebol, mas integrará a equipe de reportagem do evento. A participação visa ampliar audiência do programa.

A cobertura da Copa envolve uma vasta equipe de jornalistas credenciados. A Fifa não confirma números oficiais, mas estimativas apontam mais de 10 mil profissionais. No Brasil, a convocação para a seleção brasileira envolveu cerca de 700 profissionais da imprensa.

A Globo divulgará, para a cobertura, mais de 100 profissionais entre repórteres, apresentadores e comentaristas. Outros grupos de comunicação também anunciaram equipes expressivas para a competição.

Contexto da participação

A presença de non-jornalistas em Copas já ocorreu no passado, com nomes famosos atuando em formatos de entretenimento. A prática é reconhecida pela emissora como estratégia de conteúdo para ampliar o alcance da cobertura.

Para entender o cenário, vale lembrar que o mercado de jornalismo esportivo é altamente competitivo. A presença de personalidades com grande alcance digital pode impactar a audiência de programas e plataformas.

Desigualdade de gênero no jornalismo esportivo

O debate envolve a participação feminina nas redações esportivas, predominantemente dominadas por homens. A discussão aborda oportunidades, representatividade e caminhos para ampliar a presença de mulheres em funções-chave.

Especialistas apontam a necessidade de ações que promovam igualdade de oportunidades, sem desmerecer profissionais de diversas atuações. O tema permanece relevante para a indústria de mídia esportiva no Brasil.

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