- O Paris Saint‑Germain venceu o Arsenal nos pênaltis na final da Liga dos Campeões, realizada na Puskás Arena, em Budapeste, após empate em um a um no tempo normal (Havertz e Dembélé).
- Dembélé foi um dos grandes protagonistas, marcou o gol do PSG e converteu a cobrança no desempate; Kvaratskhelia também teve atuação decisiva, marcando seis gols desde as oitavas.
- Safonov deixou de lado Lucas Chevalier e assumiu a titularidade, demonstrando consistência no jogo aéreo e defesas importantes.
- Vitinha teve atuação incansável em todas as partidas, contribuindo com posse de bola, lançamentos e gols; foi peça-chave no meio de campo.
- Pacho exibiu solidez na defesa, ao lado de Hakimi e Mendes, que seguem como laterais de alto impacto, mantendo o PSG como o bicampeão da competição.
O Paris Saint-Germain conquistou a segunda Liga dos Campeões ao vencer o Arsenal nos pênaltis neste sábado, na Puskás Arena, em Budapeste. O tempo regular terminou em 1 a 1, com gols de Havertz pelo Arsenal e Dembélé pelo PSG. Na decisão de pênaltis, 4 a 3 para os franceses.
O PSG garantiu o bicampeonato com atuação coletiva, destacando a relevância de Dembélé, Kvaratskhelia, Safonov, Vitinha e Pacho. O clube dependeu de liderança, organização defensiva e eficiência nas cobranças para superar o adversário inglês.
A final ocorreu na Hungria, em solo húngaro, diante de público global. O resultado levou o PSG a erguer o troféu pela segunda vez em sequência, consolidando o ciclo vitorioso da equipe na competição.
Protagonistas do PSG
Dembélé, líder do ataque, teve atuação decisiva nos momentos-chave. Com lesões na temporada, ele foi participante central na construção de jogadas e na defesa de equilíbrio do time, incluindo a cobrança que empatou a final.
Kvara, coadjuvante de luxo, manteve o ritmo intenso pelos flancos, explorando movimentos de velocidade e ultrapassagens que abriram espaços ao ataque. Marcou gols desde as oitavas de final e manteve o ritmo competitivo.
Safonov, goleiro de 27 anos, consolidou-se como titular e reflexo da evolução do setor defensivo. Intervenções firmes e controle de área foram determinantes para sustentar o empate no tempo regulamentar.
Vitinha, incansável, foi fundamental na construção de jogadas e transições do PSG. Esteve presente em todas as partidas da Liga dos Campeões, contribuindo com gols e assistências ao longo da competição.
Pacho, zagueiro equatoriano, destacou-se pela solidez defensiva e leitura de jogo. Assumiu protagonismo na linha de defesa ao lado de Marquinhos, oferecendo consistência em momentos críticos.
Hakimi e Mendes, laterais versáteis, repetiram desempenho exemplar. Atacaram com vigor e apoiaram a defesa, formando uma linha de jogo que desequilibrou adversários em fases cruciais.
Hakimi, envolvido em recente processo judicial, manteve a braçadeira de vice-capitão e continuou presente como referência dentro de campo. A atuação manteve o padrão elevado do elenco.
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