- Grupo A reúne México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca, com chances iguais de chegar ao mata-mata e risco de eliminação precoce.
- México tenta igualar as melhores campanhas em Mundiais, chegando às quartas de final em 1970 e 1986, após mudanças estruturais; realizou onze amistosos recentemente, com três vitórias, seis empates e duas derrotas.
- Destaques mexicanos incluem o jovem Gilberto Mora, de dezessete anos, cotado para titular; apoio de Alexis Vega e Raúl Jiménez; Guillermo Ochoa integra a convocação, embora não seja titular.
- Coreia do Sul foi invicta nas eliminatórias, mas enfrenta críticas após goleadas em amistosos; Son Heung-min pode atuar como referência de ataque, com Kang-in Lee como meio-campo-chave; técnico é Hong Myung-bo.
- República Tcheca retorna à Copa do Mundo após vinte anos, assegurando a vaga na repescagem; Patrik Schick é a referência ofensiva; África do Sul, sob Hugo Broos, aposta em jogo físico e bolas aéreas, com Lyle Foster e Mbokazi em debate.
O Grupo A da Copa do Mundo de 2026 reúne o anfitrião México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca. O objetivo é alcançar o mata-mata, com a meta histórica de avançar às quartas de final, caso o país se mantenha entre os 16 melhores. O grupo é visto como equilibrado, com chances de evolução para qualquer equipe e risco de eliminação precoce.
O México chega ao torneio após mudanças ao longo do ciclo, apostando em uma nova geração para ir longe. O país realizou 11 amistosos desde a conquista da Copa Ouro em 2025, com três vitórias, seis empates e duas derrotas, incluindo uma goleada sofrida para a Colômbia.
A Coreia do Sul também busca manter o quesito equilíbrio, apesar de críticas recentes ao estilo de jogo. A equipe conta com Son Heung-min, líder no Los Angeles FC, e Kang-in Lee, do PSG, para apoiar um ataque que busca maior consistência.
Elementos do grupo: equipes em foco
A República Tcheca retorna à Copa após 20 anos, chegando pela repescagem vencida nos pênaltis contra Irlanda e Dinamarca. O time aposta em uma defesa sólida e bolas aéreas, com Patrik Schick no ataque, hoje no Bayer Leverkusen.
A África do Sul, que não disputa o torneio desde 2010, lidera seu grupo nas Eliminatórias. Sob o comando de Hugo Broos, a equipe privilegia posse de bola desde a defesa e contragolpes, com destaque para o jovem Mbekezeli Mbokazi e o centroavante Lyle Foster.
Expectativas para o grupo
O México tenta igualar sua melhor campanha mundial, com quartas de final em 1970 e 1986, realizada como país-sede. O desafio envolve lidar com a pressão de superar adversários diretos e manter a solidez defensiva.
A África do Sul promete enfrentar a pressão com um adversário forte em casa, buscando equilíbrio entre defesa firme e transições rápidas, destacando o papel de figuras jovens da liga nacional.
A Coreia do Sul busca consistência após amistosos com derrotas expressivas, mas confia em Son Heung-min para conduzir o ataque e em Kang-in Lee para criar chances, equilibrando experiência e juventude.
A República Tcheca investe em força física e bolas aéreas, visando defender bem e explorar as jogadas de Schick. A equipe espera superar surpresas da fase de grupos para avançar pela primeira vez desde o retorno ao torneio.
Entre na conversa da comunidade