- Brasil derrotou o Panamá por 6 a 2 em amistoso, o penúltimo antes da Copa do Mundo, com gols de Vini Jr., Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago e Danilo Santos.
- A Bola, de Portugal, disse que o Brasil “esmagou com gols bonitos” mas houve momentos de tensão defensiva.
- Olé, da argentina, e L’Équipe, da França, repercutiram a ausência de Neymar, que se recupera de lesão grau dois na panturrilha.
- L’Équipe destacou que Neymar, mesmo fora do esquema, animou o ambiente no banco; Olé mencionou a não participação no esquema 4-2-3-1, com Neymar assistindo ao jogo.
- O Brasil segue para os Estados Unidos para enfrentar o Egito, no dia 13 de junho, último amistoso antes da Copa, com o moral elevado após o resultado.
O Brasil venceu o Panamá por 6 a 2 em amistoso realizado no Maracanã, no domingo. A partida foi a penúltima da equipe antes da Copa do Mundo, sob o comando de Carlo Ancelotti. O resultado serviu para elevar o moral do grupo e mostrar números de ataque consistentes.
A vitória teve gols de Vini Jr., Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago e Danilo Santos. O placar expressivo contrastou com momentos de tensão defensiva, segundo a imprensa portuguesa. A Bola destacou gols bonitos mas também alerta sobre falhas pontuais.
Reações internacionais
O Olé, da Argentina, e o L’Équipe, da França, repercutiram a ausência de Neymar, que se recupera de lesão muscular de grau dois. O jogador acompanhou o jogo no banco de reservas no Maracanã. Mesmo sem ele, a seleção manteve a estrutura tática 4-2-3-1 segundo jornais europeus.
O L’Équipe ressaltou que Neymar, aos 34 anos, continua influente mesmo fora de campo. O Olé mencionou a participação de Neymar no ambiente da equipe, sem entrar em campo. A repercussão destacou o aproveitamento do elenco brasileiro e o apoio da torcida.
Olho no próximo amistoso
A seleção brasileira segue para os Estados Unidos, onde disputará último amistoso antes da Copa do Mundo contra o Egito, em 13 de junho. O objetivo é manter o ritmo, ajustar a defesa e consolidar o ataque sem Neymar.
O amistoso no Maracanã serviu para mostrar que o time pode manter o seu poder ofensivo mesmo com a ausência de Neymar. A preparação envolve ajustes táticos e avaliação de jogadores alternativos para a competição global.
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