- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, afirmou que não tem envolvimento nas tratativas entre seu enteado, Marcos Lamacchia, e o Vasco da Gama, que busca vender 90% da SAF por mais de R$ 2 bilhões.
- Ela elogiou o enteado, disse que ele tem vida profissional independente e capacidade financeira para liderar o projeto, caso se torne dono.
- A dirigente defendeu o formato clube-empresa, dizendo que clubes associativos enfrentam dificuldades estruturais pela influência política e pelo foco em eleições; acredita que ter um dono traz continuidade.
- O processo envolve um impasse jurídico: a 777 Partners, antiga gestora da SAF, acionou a Justiça para impedir a transferência das ações, alegando ainda deter 70% da SAF (39% subscrito).
- A Vasco associativo assumiu o controle da operação em 15 de maio de 2024, após suspensão do contrato com a 777 Partners; a empresa apresentou recursos sem sucesso até o momento.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, não envolve o Palmeiras nas tratativas entre o Vasco da Gama e o seu enteado, Marcos Lamacchia. O Vasco negocia a venda de 90% dos ativos da SAF por valores acima de 2 bilhões de reais. Leila diz não ter participação no processo.
Em entrevista ao podcast POD_i, com a jornalista Andréia Sadi, Leila ressaltou que Lamacchia tem atuação profissional independente de sua família. Ela o elogia como executivo correto, com capacidade financeira para gerir o projeto.
Além de negar envolvimento, Leila elogiou o modelo de clube-empresa e defendeu a SAF como alternativa estável para o esporte. A dirigente aponta que clubes associativos enfrentam entraves políticos e eleitorais que prejudicam a continuidade.
Envolvimento de Lamacchia e base jurídica do negócio
O processo enfrenta entraves legais. A 777 Partners, antiga gestora do futebol vascaíno, acionou a Justiça para impedir a transferência de ações, alegando ainda deter 70% da SAF, com 39% subscritos.
A diretoria associativa do Vasco assumiu o controle das negociações em 15 de maio de 2024, após suspensão do contrato com a gestora estrangeira. A 777 Partners recorreu, sem sucesso até o momento.
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