- Leila Pereira revelou bastidores do racha entre Palmeiras e Flamengo na Liga do Futebol Brasileiro (Libra), criada para modernizar o futebol.
- O Palmeiras anunciou saída da Libra em maio, após discordâncias, segundo Leila, para não ser espectador de decisões de outro clube.
- Ela disse que a rivalidade desejada é dentro de campo, e não para hegemonia fora dele.
- Leila defendeu Abel Ferreira e Anderson Barros, reconhecendo suas competências mesmo após críticas da última temporada.
- Sobre derrotas, afirmou que ser vice não é derrota e que não demite treinador apenas por pressão de torcedores.
Leila Pereira revelou bastidores da racha entre o Palmeiras e o Flamengo na consolidação da Libra, a Liga do Futebol Brasileiro. Em entrevista ao G1, via jornalista Andréia Sadi, a presidente palmeirense explicou que viu o rubro-negro tentando ditar o que seria melhor para o futebol.
A dirigente afirmou ter ficado decepcionada com a percepção de que o grupo poderia ter seguido em outra direção. Segundo ela, o objetivo da Libra era modernizar a gestão do futebol, mas divergências internas comprometeram a parceria entre as partes.
Pelo que relatou, o Palmeiras decidiu abandonar a Libra em maio, após discordâncias. Leila ressaltou que prefere rivalidade dentro de campo entre grandes clubes a disputas institucionais fora dele.
Ela foi questionada sobre Abel Ferreira e Anderson Barros, citando que ambos são profissionais competentes e que a saída não deve ser interpretada como aprovação de demissões precipitadas.
Saída da Libra
Leila explicou que não aceitará decisões impostas e que a perspectiva de vitória não pode girar em torno de mudanças de elenco. Ela disse que o segundo lugar não representa derrota, pois houve esforço e compromisso.
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