- Brasil venceu o Panamá por 6 a 2 em amistoso no Maracanã, último teste antes da Copa do Mundo nos Estados Unidos.
- Carlos Ancelotti escalou quase um time reserva, com apenas Léo Pereira permanecendo em campo por 90 minutos.
- Vinícius Júnior foi o destaque entre os titulares, abriu o placar com golaço e serviu Casemiro no segundo, ao final do primeiro tempo.
- Rayan marcou o terceiro gol em estreia mais firme pela seleção principal, mostrando confiança para a Copa do Mundo; Danilo voltou bem ao meio-campo, marcando e criando, enquanto Paquetá teve atuação mais recuada, com gol e assistência.
- Entre os nomes que ficaram devendo, Matheus Cunha atuou pouco, Luiz Henrique não participou muito do jogo e Raphinha não conseguiu levar perigo no primeiro tempo.
O Brasil goleou o Panamá por 6 a 2 em amistoso disputado no Maracanã, último teste da seleção antes de seguir para a Copa do Mundo nos Estados Unidos. O jogo ocorreu no domingo, 31 de maio, com Carlo Ancelotti promovendo mudanças no elenco. A ideia foi observar opções para o Mundial.
Dos onze titulares, apenas Léo Pereira permaneceu em campo por 90 minutos. O técnico aproveitou a chance para observar diferentes combinações, com muitos atletas entrando ao longo da partida. O resultado elevou o ânimo da equipe para a sequência do calendário.
Destaques do confronto
Vinícius Júnior foi o melhor entre os titulares no primeiro tempo, criando chances e marcando o gol que abriu o placar. Casemiro participou da jogada do tento, desviando o chute de Vini.
Rayan, em alta confiança, marcou o terceiro gol na etapa final. O atacante do Vasco mostrou que pode surpreender na Copa do Mundo, com boa atuação no segundo tempo.
Danilo teve atuação elogiada, marcando e demonstrando boa leitura de jogo. O meio-campista, que atua pelo Botafogo, mostrou-se mais criativo, aproximando-se da área com frequência.
Paquetá retornou à seleção e atuou como meio-campo ofensivo, contribuindo com gol e assistência. Mesmo em atuação mais recuada, manteve presença na construção das jogadas.
Desempenho de quem ficou aquém
Matheus Cunha teve pouca participação na criação no primeiro tempo e acabou pouco produtivo. O atacante ficou longe da fluidez ofensiva esperada pelo treinador.
Luiz Henrique teve atuação discreta, com poucas ações na primeira etapa. O atacante do Zenit demorou a se encaixar entre as linhas brasileiras.
Raphinha não conseguiu repetir o desempenho do Barcelona, permanecendo pouco acionado e sem levar perigo à defesa adversária. A atuação dividiu opiniões entre torcedores e comentaristas.
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