- Brasil 70: A Saga do Tri é uma série da Netflix, com seis episódios, lançada em 29 de maio, que revisita o tricampeonato da seleção brasileira e os bastidores sob a Ditadura Militar.
- O elenco da produção é comparado aos craques da Copa de 1970, com Rodrigo Santoro como João Saldanha e Bruno Mazzeo como Zagallo.
- Pelé é interpretado por Lucas Agrícola; Tostão por Ravel Andrade; Rivellino por Daniel Blanco; Gérson por Fillipe Souto.
- Clodoaldo é vivido por Leo Corleone; Everaldo por Mateus Augusto; Piazza por Biel Silva; Brito por Luan Henrique; Jairzinho por Gui Ferraz; Carlos Alberto Torres por Caio Cabral; Félix por Hugo Haddad.
- Na história, João Saldanha é demitido antes do torneio por pressão política, e Zagallo assume o comando técnico.
A netflix Brasil 70: A Saga do Tri chega com seis episódios e reconstitui os bastidores da conquista do tricampeonato mundial da seleção brasileira no México. A produção mistura partidas históricas com o clima político da Ditadura Militar. Lançada em 29 de maio, já ocupa o topo do catálogo no Brasil.
A série recupera lances e trajetórias de atletas como Pelé, Jairzinho, Carlos Alberto e outros craques, ao lado de personagens que atravessaram a política da época. O foco é contar fatos com apuração e ritmo de drama histórico, sem abrir espaço para narrativas paralelas.
Para orientar o público, o TechTudo compara o elenco da série com os jogadores de 1970, destacando nomes como Rodrigo Santoro e Bruno Mazzeo, entre outros. A seguir, veja quem ganha vida em campo com quem na narrativa.
Elenco e papéis centrais
Lucas Agrícola vive Pelé, o Rei do Futebol, na visão da produção. O ator estreante tem a referência física do camisa 10 do Santos e já foi eleito o melhor jogador do torneio. O papel acompanha a trajetória do craque dentro de campo e nos bastidores.
Ravel Andrade interpreta Tostão, ídolo do Cruzeiro que marcou gols importantes no México. A atuação retrata a vida do atacante com destaque para a recuperação após lesão, mantendo o brilho técnico na competição.
Daniel Blanco dá vida a Rivellino, conhecido por seu drible e artilharia. O elenco retrata o meia com a marca dos gols na Copa de 1970 e a continuidade de carreira em Mundiais posteriores.
Fillipe Souto interpreta Gérson, o maestro da equipe. O jogador ficou marcado pela visão de jogo e pela participação decisiva em gols e assistências, contribuindo para a campanha vitoriosa.
Continuidade da história e outros intérpretes
Leo Corleone representa Clodoaldo, destaque na semifinal e na final, com atuação elástica na defesa e no ataque. Mateus Augusto traz Everaldo, lateral que consolidou a função defensiva na campanha mundialista.
Biel Silva é Piazza, volante que atuou em todos os jogos da conquista e liderou a defesa. Luan Henrique interpreta Brito, zagueiro que recebeu elogios pela preparação física e pela presença em campo.
Gui Ferraz vive Jairzinho, artilheiro da equipe na Copa de 1970, capaz de balançar redes em todas as partidas. Caio Cabral dá voz a Carlos Alberto Torres, capitão da equipe, autor de jogadas-chave na campanha. Hugo Haddad interpreta Félix, goleiro titular do tricampeonato, conhecido pela estrutura física.
Rodrigo Santoro encarna João Saldanha, jornalista e técnico afastado pela Ditadura. A narrativa evidencia o impacto político sobre a equipe e o desligamento do treinador antes do torneio. Bruno Mazzeo assume Zagallo, o único tetracampeão mundial a atuar como técnico da seleção no México.
Desfecho da etapa de elenco
A produção apresenta, de modo objetivo, como as escolhas de elenco dialogam com a história real. A narrativa enfatiza o contexto político, sem deixar de lado o feito esportivo. A série permanece, assim, como registro ficcional dos bastidores da seleção de 1970.
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