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Ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, é expulso do clube

Conselho Deliberativo expulsa ex-presidente Augusto Melo por irregularidades no patrocínio VaideBet; votação unânime entre conselheiros vitalícios

Augusto Melo, ex-presidente do Corinthians, foi afastado da presidência do Corinthians por causa de suspeitas de irregularidades no contrato de patrocínio com a empresa de apostas VaideBet
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  • Augusto Melo, ex-presidente do Corinthians (2024–2025), foi expulso do clube em votação do Conselho Deliberativo realizada no Parque São Jorge, em 1º de junho de 2026.
  • Votação: 147 conselheiros presentes votaram pela expulsão, 5 pela permanência e 4 não se manifestaram; a decisão foi unânime entre conselheiros vitalícios.
  • Motivo: Melo foi afastado por irregularidades em contrato de patrocínio com a empresa VaideBet e tentou retomar o poder após impeachment em maio de 2025.
  • Desvios identificados: investigações apontaram desvio de cerca de R$ 1 milhão envolvendo empresas criadas para fraudes; em abril de 2026 houve apontamento de um desfalque de R$ 294 mil no caixa do clube.
  • Reação formal: a Comissão de Ética converteu a conduta em infração estatutária gravíssima e acionou a Justiça; Melo publicou vídeo em redes sociais contestando as acusações.

Augusto Melo, ex-presidente do Corinthians, foi expulso do clube em votação realizada no Parque São Jorge, na segunda-feira, 1º de junho de 2026. A decisão ocorreu após apuração de irregularidades envolvendo o patrocínio da VaideBet e episódios de tentativas de retomar o poder após impeachment em maio de 2025. A informação é do ge.

Participaram da votação 156 conselheiros, dos quais 147 votaram pela expulsão, 5 pela permanência e 4 não se manifestaram. A expulsão foi decidida pela maioria entre os conselheiros vitalícios presentes.

O árbitro do processo apontou que Melo esteve ligado a um esquema envolvendo empresas de fachada para desviar recursos do clube, ligados a um contrato de patrocínio. Em abril de 2026, uma auditoria interna identificou um desfalque de 294 mil reais entre janeiro e julho de 2025, levando a abertura de investigações.

Além de Melo, foram indiciados o ex-diretor administrativo Marcelo Mariano, o ex-superintendente de marketing Sérgio Moura e Alex Cassundé, proprietário da empresa intermediadora do patrocínio. A Comissão de Ética concluiu pela participação direta de Melo na invasão ao Conselho Deliberativo em 31 de maio de 2025 e na tentativa de manter o cargo.

Desdobramentos

Em maio de 2025, aliados de Melo teriam invadido a sala do Conselho Deliberativo para tentar reverter seu afastamento. A diretoria acionou a Justiça para apurar responsáveis e recuperar o dinheiro sumido. Melo também foi alvo de processo por participação em possível lavagem de dinheiro e associação criminosa.

O ex-presidente usou as redes sociais para comentar o caso, dizendo que as acusações são graves e que a polícia já arquivou parte das alegações. Ele afirmou ainda que o clube deve seguir as instituições e o estatuto, confiando na verdade.

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