- O Jornal Nacional abordou a raça como o segundo episódio de uma série sobre seis atributos essenciais da seleção brasileira, após tratar talento no episódio anterior.
- O foco é a entrega dos jogadores, destacando Casemiro como símbolo de dedicação na equipe atual da seleção brasileira.
- Casemiro citou referências de entrega, como Dunga, Lúcio, Gilberto Silva e Mauro Silva, ao falar sobre o legado da raça no time.
- Dunga é lembrado como líder e símbolo de raça, com reconhecimento de Romário e Ricardo Rocha pela sua influência no tetracampeonato de 1994.
- Lúcio, considerado exemplo recente de raça, comentou que o modelo era a sede pela conquista, a fome de títulos e a responsabilidade de representar o Brasil.
O Jornal Nacional mostrou, nesta terça, como a raça do futebol brasileiro ajuda a moldar a seleção pentacampeã. O programa apresentou o segundo episódio de uma série sobre os seis elementos que constroem o nosso futebol, destacando entrega e raça como pilares.
Casemiro é apontado como símbolo atual de entrega no elenco brasileiro. Em entrevista à TV Globo, o volante afirmou que houve dias em que tecnicamente não esteve bem, mas a dedicação em campo foi sempre acima da média.
O episódio revisita ícones do passado que moldaram a mentalidade da equipe nacional. Dunga, capitão do tetracampeonato de 1994, é lembrado como líder que impunha respeito entre os colegas. Romário citou esse legado ao falar da importância da presença do capitão.
Outro farol de raça citado é Lúcio, que disputou 105 jogos oficiais pela seleção, atuou em três Copas do Mundo e foi capitão em 2010. O jogador reforçou que o modelo de Dunga, com sede por títulos e coragem, inspirou sua carreira.
Entre os elementos que definem a identidade do futebol brasileiro, a raça permanece entre as mais presentes no dia a dia do torcedor. A série busca explicar por que a garra de cada atleta reforça a conexão com a torcida.
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