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França enfrenta atritos por bônus e ingressos para familiares antes da Copa

França discute bônus e ingressos para familiares; cota é considerada baixa pelos jogadores, com negociações em aberto a uma semana da viagem aos EUA

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  • Jogadores e dirigentes discutiram bônus e distribuição de ingressos para o Mundial, tema que gerou mais tensão do que as premiações.
  • A federação ofereceu uma cota de ingressos considerada baixa; Diallo propôs dois ingressos por atleta e mais seis, totalizando oito para familiares.
  • O encontro ocorreu em Clairefontaine, com o presidente da Federação Francesa de Futebol, Philippe Diallo, e houve almoço com o presidente Emmanuel Macron.
  • A discussão sobre bônus avançou de forma mais positiva, com a ideia de concentrar pagamentos em fases mais decisivas e possivelmente não pagar antes das semifinais.
  • A negociação ocorre a uma semana da viagem aos EUA, marcada para 10 de junho, e ainda não foi encerrada; a pauta dos ingressos segue em aberto.

França vive atritos antes da Copa por bônus e pela distribuição de ingressos para familiares. Jogadores e dirigentes discutiram os temas em Clairefontaine, centro de treinamento da seleção, na véspera da viagem aos Estados Unidos.

Segundo o jornal L’Équipe, a cota de ingressos proposta pela Federação Francesa de Futebol (FFF) foi considerada baixa pelos atletas. Diallo sugeriu oito convites por jogador, com possibilidade de compra de mais seis.

O encontro teve a presença do presidente da FFF, Philippe Diallo, e incluiu um almoço com o elenco e o presidente francês Emmanuel Macron. Apesar de avanços sobre os bônus, a pauta dos bilhetes permaneceu em aberto.

Bônus e etapas de pagamento

Discussão sobre premiações avançou de forma mais positiva, com a ideia de concentrar pagamentos em fases decisivas. Houve a proposta de não pagar antes das semifinais, elevando o valor caso a equipe avance mais longe.

A negociação ocorre a uma semana da viagem marcada para 10 de junho e ainda não chegou a um acordo formal. Após a conversa, os atletas participaram de ação com parceiros da federação, mesmo com os ingressos em aberto.

Contexto e antecedentes

A FFF havia apresentado, em março, a intenção de reduzir premiações por custos maiores da Copa. A justificativa citou o aumento das despesas com o Mundial, conforme o L’Équipe. A ideia foi negada publicamente por Diallo, mantendo o tema sensível próximo ao embarque.

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