- Grêmio descartou repatriar o meia Bitello, que atua no Dínamo de Moscou, por inviabilidade financeira.
- A operação exigiria cerca de 16 milhões de euros, mesmo com desconto, valor acima da capacidade de investimento do clube.
- A diretoria avaliou alternativas com fundo de investimentos, mas a possibilidade foi encerrada.
- Bitello permanece valorizado no mercado, com clubes brasileiros e do Oriente Médio de olho, mas negociações com clubes russos enfrentam entraves por causa do conflito Rússia-Ucrânia.
- Mesmo sem contratação, o Grêmio acompanha o tema porque mantém participação na futura revenda, estimada em cerca de 3,6 milhões de euros, caso haja transferência.
O Grêmio encerrou os planos de repatriação de Bitello, alvo que agradava parte da torcida, após avaliação interna considerar inviável a operação. O meia defende o Dínamo de Moscou e não há viabilidade financeira para o clube.
A diretoria calculou que repatriar Bitello exigiria cerca de 16 milhões de euros, já com desconto previsto em contrato. Mesmo assim, o valor excede a capacidade de investimento do Grêmio neste momento.
Além da questão financeira, o clube avaliou que assumir um compromisso desse porte prejudicaria o planejamento para posições prioritárias no elenco. A decisão foi tomada mesmo com o jogador sendo valorizado no mercado.
Bitello segue com mercado ativo fora do Brasil, com interessados de clubes brasileiros e do Oriente Médio. Restrições associadas ao conflito entre Rússia e Ucrânia complicam negociações com equipes russas.
Mesmo sem a negociação, o Grêmio mantém um percentual de futura venda. Caso haja transferência pelos valores atualmente especulados, o Tricolor pode receber cerca de 3,6 milhões de euros, sem novos investimentos.
A operação, segundo apuração, demonstra o tamanho do esforço que seria necessário para trazer Bitello de volta, contrastando com contratos de outras contratações históricas recentes do clube. A diretoria, porém, mantém o foco em alternativas viáveis no mercado.
Entre na conversa da comunidade