- O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, rebate ataques de John Textor, afastado desde 23 de abril por decisão do Tribunal Arbitral da Fundação Getúlio Vargas.
- Magalhães afirmou que Textor empenhou as ações da SAF em nome da GDA Luma, deixando claro que ele não é mais o detentor de 90% da SAF.
- Segundo o dirigente, Textor transferiu as ações para a Eagle e as empenhou para a GDA em fevereiro, o que, para ele, tornou a GDA dona do Botafogo.
- Magalhães afirmou que a oferta de 50 milhões de dólares da Kia é menor do que a oferta da GDA, de 105 milhões de dólares.
- Textor havia alegado ter sido traído; Magalhães disse que avisou que Textor não pode confiar nele e citou Durcesio Mello como o principal interlocutor do clube.
O presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães Lins, rebateu ataques de John Textor, afastado desde 23 de abril por decisão do Tribunal Arbitral da FGV. Magalhães afirmou que Textor abriu mão de ações da SAF em favor da GDA Luma e não detém mais 90% da SAF.
Segundo o dirigente, Textor moveu as ações para a Eagle e registrou-as no nome da GDA em fevereiro. Ele disse ainda que Textor, ao longo do processo, deixou claro que atua pelo Botafogo, mas que não poderia confiar plenamente nele, destacando Durcesio Mello como aliado fiel.
Magalhães também comentou a oferta do Kia pela SAF do Botafogo, afirmando que a proposta de 50 milhões de dólares é inferior à oferta da GDA, estimada em 105 milhões de dólares. A comparação foi apresentada como argumento sobre a competitividade do processo.
Traição e mudanças no processo
A declaração de Textor, em uma coletiva realizada em um hotel na Barra da Tijuca, foi respondida por Magalhães. O presidente do clube afirmou que Textor mudou de rota durante as negociações e não foi honesto com ele nem com Durcesio Mello, conforme a leitura do dirigente.
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