- Tunisia terminou a qualificação sem sofrer gols em dez partidas, seguindo a mesma marca da Costa do Marfim, com três treinadores à frente até chegar a Sabri Lamouchi, atual técnico para o Mundial de 2026.
- Lamouchi sinalizou reconstrução com jogadores jovens, reduziu para três goleiros na lista de 2026 e alterou o estilo tático: 4-3-3 no primeiro amistoso e 4-2-3-1 em seguido.
- Hannibal Mejbri é o principal nome da equipe, atuando como meia criativo e camisa 10, com peso de liderança no grupo.
- Ismaël Gharbi, de 22 anos, teve base no Paris Saint-Germain e passou por Brugge/Augsburgo; Lamouchi aposta nele para brilhar no Mundial.
- Ali Abdi é destaque discreto na defesa, superando lesões e mantendo desempenho consistente; o apoio aos torcedores tunisinos tem sido forte, com ajustes de preços de ingressos para as partidas nos EUA.
Tunísia avançou à Copa do Mundo de 2026 sem sofrer gols em 10 jogos de qualificação, recorde compartilhado com a Costa do Marfim na África. No entanto, o comando técnico foi alternado entre Jalel Kadri, Montasser Louhichi e Sami Trabelsi até a entrada de Sabri Lamouchi, que assumiu após a eliminação na Afcon de janeiro.
Lamouchi chegou com o discurso de reconstrução voltada a jovens, anunciando, em sua primeira coletiva, a intenção de reduzir o número de goleiros a apenas três para o Mundial. A mudança de formato tática ficou evidente no primeiro amistoso, com o time alinhando 4-3-3 contra Haiti e, dias depois, 4-2-3-1 diante do Canadá.
Lamouchi, ex-jogador que atuou na França e na Itália, assume o desafio de levar a Tunísia ao seu primeiro objetivo claro neste Mundial. No currículo, passagem por Nantes e Rennes, além de trabalhos na Costa do Marfim, Nottingham Forest e clubes do Catar e Arábia. Em contrato, não há meta específica para o Mundial, mas alvos para a Afcon foram definidos.
O destaque técnico fica com Hannibal Mejbri, meio-campista que escolheu a Tunísia em 2021. Após passagem por Manchester United, empréstimos e, desde a contratação permanente pelo Burnley, tornou-se referência da equipe, vestindo o número 10 de Wahbi Khazri. Ele é visto como criador, capitão informal e principal nome da seleção.
Ismaël Gharbi, de 22 anos, é apontado como a principal promessa a observar. Formado no PSG, o atacante atuou pela Braga em empréstimo à Augsburg e integra a lista de Lamouchi para o Mundial. O treinador aposta na adaptação do jogador ao estilo da equipe.
Ali Abdi, lateral esquerdo, é reconhecido como herói improvável. Lutando contra uma hérnia, ele disputou posições com o ícone Ali Maâloul e ganhou espaço como titular, contribuindo tanto na defesa quanto no apoio ao ataque, mesmo diante de dificuldades físicas.
A formação provável para a estreia será apresentada com base em observações recentes, mas o treinador já indicou que pode alternar sistemas conforme o adversário. A equipe trabalha para manter o equilíbrio entre juventude e experiência, mantendo o foco nas partidas do Mundial.
A relação com torcedores nos Estados Unidos e no México, onde ocorrerão os jogos da fase de grupos, tem sido marcada por apoio e apreço. A federação tem adotado medidas para baratear ingressos, buscando manter a presença de fãs tunisinos sem fomentar desentendimentos.
Sobre questões externas, não houve declarações públicas sobre Donald Trump ou políticas. Em relação a vistos, a administração norte-americana isentou a taxa de depósito para torcedores com ingressos válidos, conforme apuração do material consultado.
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