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Brasil na Copa do Mundo de 1998: desempenho e trajetória

França vence Brasil por três a zero na final de 1998, consolidando o título mundial em casa e deixando a seleção com o vice no pentacampeonato

Ronaldo e Romário brilharam na Copa das Confederações, mas não atuaram juntos no Mundial –
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  • O Brasil chegou à Copa do Mundo de 1998 na França como favorito, com Ronaldo à frente do ataque, mas Romário acabou não atuando por lesão e a final foi contra os donos da casa.
  • A seleção foi treinada por Zagallo, após a saída de Parreira, e participou do ciclo sem disputar Eliminatórias, preparando‑se com foco em competições continentais.
  • Na fase de grupos, o Brasil venceu Escócia e Marrocos, perdeu para a Noruega, e venceu Chile, Dinamarca e Noruega, avançando às fases finais.
  • Nas quartas, o Brasil superou a Dinamarca; nas semifinais, eliminou a Holanda nos pênaltis para chegar à final.
  • Na decisão, a França venceu por 3 a 0, tornando‑se campeã; o Brasil ficou com o vice‑campeonato, em uma derrota que ficou marcada pelo episódio envolvendo Ronaldo na véspera da final.

O Brasil chegou à Copa do Mundo de 1998 na França como favorito ao pentacampeonato, vindo de boa fase internacional. Liderada por Ronaldo, a equipe manteve o foco após a troca de treinador, com Zagallo assumindo o cargo de técnico. Romário, estrela do tetracampeonato, foi cortado por lesão.

A caminhada começou com expectativas elevadas, mas a equipe enfrentou ajustes táticos e ataques adversários em momentos decisivos. A escalação divulgada para a final teve Ronaldo fora por convulsão inicialmente, sendo liberado pelos médicos apenas minutos antes do jogo.

Campanha na fase de grupos

Logo aos 3 minutos, Bebeto abriu o placar contra a Escócia, em jogo que terminou com vitória brasileira. Na sequência, houve triunfo sobre o Marrocos e uma derrota para a Noruega, mantendo o Brasil com quatro pontos no grupo.

Dunga e Cafu protagonizaram momentos-chave, com Ronaldo brilhando em boa parte dos jogos da primeira fase. O confronto com a Noruega terminou em derrota, após virada dos europeus no segundo tempo.

Oitavas e quartas

Nas oitavas, o Chile foi vencido com três gols de Ronaldo e boa atuação coletiva. Nas quartas, o empate com a Dinamarca levou o Brasil à prorrogação, com Rivaldo marcando o gol decisivo na etapa extra.

A partida contra a Holanda pelas semifinais foi marcada por disputas intensas. O placar só saiu na prorrogação com gols de Ronaldo, Rivaldo e, na defesa, Taffarel fechou o caminho dos pênaltis.

A final contra a França

A final ocorreu no Stade de France, diante da França. O Brasil entrou sem Ronaldo, inicialmente, por convulsão, mas ele foi liberado minutos antes do jogo. O time francês abriu 2 a 0 no primeiro tempo e fechou em 3 a 0 no segundo tempo.

A derrota na decisão tornou-se a maior derrota brasileira até então em Copas. Houve controvérsias sobre a participação de Ronaldo e a influência de fatores externos, incluindo teorias da conspiração no país.

Convocados e desempenho

A lista de convocados incluiu jogadores que atuavam no exterior há mais tempo, como Taffarel, Cafu, Ronaldo e Rivaldo, entre outros. A seleção terminou a competição em segundo lugar, com Ronaldo sendo artilheiro brasileiro com quatro gols.

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