- Fabio Cannavaro comanda o Uzbequistão na sua primeira Copa do Mundo, com estreia marcada para 17 de junho contra a Colômbia, na Cidade do México.
- A seleção uzbeque vem ganhando destaque, apoiada pela ascensão das seleções de base e pela popularização do futebol no país.
- O Uzbequistão está na posição cinquenta no ranking da FIFA e 2027 é o foco de Cannavaro para a Copa Asiática, após a histórica classificação para a Copa do Mundo.
- A equipe soma aspirações otimistas, mas, segundo Opta, tem 12% de chances de passar da fase de grupos; há também uma aposta de 2 mil para 1 para vencer o torneio.
- Entre os destaques estão Eldor Shomurodov (exterior), Abdukodir Khusanov (Manchester City) e Abbosbek Fayzullaev, compondo um elenco com base local e talentos que atuam no exterior.
Fabio Cannavaro comanda a primeira Copa do Mundo do Uzbequistão, que celebra a ascensão do futebol do país na temporada. A estreia ocorre no dia 17 de junho, contra a Colômbia, na Cidade do México, em jogo válido pelo grupo K. A missão é obter experiência, sem pressões excessivas para a equipe.
Sob o comando de Cannavaro, o Uzbequistão chega à competição com defesa reforçada e apostas na formação de jovens talentos. A convocação atual mistura jogadores da liga local com nomes que atuam no exterior, fortalecendo a estrutura defensiva da equipe.
A classificação histórica para o Mundial foi facilitada pela ampliação de 32 para 48 seleções, e pelo avanço do futebol uzbeque dentro da Ásia. O país ocupa a 50ª posição no ranking da FIFA e aposta no projeto governamental Novo Uzbequistão para ampliar sua projeção internacional.
Análises destacam a aposta na defesa, setor em que Cannavaro, ex-zagueiro, reforçou a linha de fundo. A equipe mira ampliar o ciclo de desenvolvimento iniciado há uma década, com foco na formação de talentos jovens para sustentar o desempenho em níveis superiores.
Entre os destaques, Abdukodir Khusanov, zagueiro do Manchester City, retorna à seleção em amistosos que antecedem a Copa. Eldor Shomurodov e Abbosbek Fayzullaev, ambos com passagem no exterior, completam o trio de pilares do elenco.
Após a estreia contra a Colômbia, o Uzbequistão compõe o Grupo K ao lado de Portugal e da República Democrática do Congo. A participação no Mundial é vista como marco histórico no esporte local, celebrada pelo governo em Tashkent.
Apesar dos sinais de apoio institucional, grupos de direitos humanos questionam o regime de Mirziyoyev, que promove reformas econômicas e abertura ao exterior, mas mantém restrições à liberdade de expressão. A seleção, porém, segue como símbolo de avanço esportivo do país.
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