- A família Glazer avalia vender a participação no Manchester United por mais de R$ 36 bilhões, após mais de duas décadas no controle.
- Ainda não há consenso entre os acionistas, o que torna a possível negociação mais complexa.
- A valorização pode crescer devido ao projeto do clube de erguer um estádio com mais de cem mil lugares.
- Em dois mil e vinte e quatro, os Glazer venderam 27,7% da participação a Jim Ratcliffe, controlador indireto pela INEOS, mantendo-se como acionistas majoritários.
- A gestão do clube começou em dois mil e cinco, quando Malcolm Glazer comprou o clube; após sua morte, em dois mil e quatorze, a direção ficou com outros membros da família.
O dono avalia vender o Manchester United por mais de R$ 36 bilhões, segundo informações da Bloomberg. A família Glazer discute a possibilidade de deixar o controle do clube inglês após mais de duas décadas à frente da equipe. Ainda não há consenso entre os acionistas.
Membros da família trabalham em conversas internas sobre a venda das fatias. A negociação pode se tornar mais complexa pela resistência de parte dos integrantes a uma saída. O valor estimado pode valorizar ainda mais com o projeto de um estádio para o clube.
Em 2024, os Glazer venderam 27,7% das ações aos britânicos da INEOS, controlados por Jim Ratcliffe, por cerca de R$ 8 bilhões. Ratcliffe, engenheiro químico de formação, passou a controlar operações por meio da INEOS, mantendo os Glazer como acionistas majoritários.
A família Glazer assume o comando do United desde 2005, quando Malcolm Glazer comprou o clube por 790 milhões de libras. Malcolm faleceu em 2014, e a gestão passou a outros membros da família, com oscilações no desempenho do time desde então.
Venda em perspectiva
- O interesse de investidores externos sinaliza possíveis mudanças na composição acionária do clube.
- A avaliação de mais de R$ 36 bilhões reflete, entre outros fatores, o potencial de crescimento e o projeto de estádio.
Contexto do clube
- O Manchester United busca manter competitividade esportiva e financeira.
- A operação atual envolve uma participação majoritária da família Glazer, com participação minoritária de Ratcliffe desde 2024.
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